Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007

*Teste da banheira*

Nem só de "tretas" mundanas vive este blog...

E que tal uma piada girissima remetida pelo Big Friend Oscar Lino......


Durante a visita a um hospital psiquiátrico um dos visitantes perguntou ao director:

"Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?"

Respondeu o  director:
"Enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma como ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não."

"Entendi" disse o visitante "uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher."

"Não" respondeu o  director , "uma pessoa normal tiraria a "tampa do ralo".
O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria ?"

Dedicado a todos os que escolheram o balde...

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publicado por Jneo às 23:10
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Terça-feira, 30 de Outubro de 2007

AH, PUIS DEI !

Post remetido pelo Friend António Brito...

Sem comentários... ler até ao fim.

Uma história de fazer chorar as pedras da calçada...


O peso insustentável de se ser Filipe Vasconcelos Jardim Gonçalves

Era uma vez uma sociedade de «off-shore» sediada em Gibraltar . : Crystal
Waters era o seu nome e Filipe Jardim Gonçalves o seu sócio principal.
A Crystal Waters detinha a Passo a Passo, que por sua vez também controlava
a Vasconcelos & Vasconcelos (SPRINT).

Filipe Jardim Gonçalves é filho de Jorge Jardim Gonçalves , irmão de
Rodrigo Jardim Gonçalves e primo de Francisco Miguel Vasconcelos Pereira.

Para expandir e desenvolver os negócios, Filipe Jardim Gonçalves contraiu
diversos empréstimos junto de uma instituição bancária que lhe era
familiar: o BCP.

Filipe tinha um homem em quem confiava: Tiago André Tico Coelho, gestor de
várias empresas e sociedades em que Filipe participava. De algumas
empresas, Tiago chegou mesmo a ser sócio.

Um dia, quando tudo começou a correr mal e as dívidas acumuladas eram já
mais que muitas, a conta corrente de Tiago, entretanto caucionada, foi alvo
de procedimento jurídico por parte da instituição BCP.

A família está para o que der e vier, já sabemos. Contudo...

Eis que Filipe, preocupado, procura um escritório de gente da sua
confiança: o AM&JG. Para seu advogado escolhe José António Alves Mendes,
membro supranumerário do Opus Dei. Ora, o seu sócio é Rodrigo. Rodrigo quê?
Rodrigo Jardim Gonçalves, seu irmão. Sim, é isso que está a pensar, leitor:
a sociedade de advogados do seu irmão irá defendê-lo numa questão
relacionada com o banco do seu pai.

Alípio Dias e Filipe Pinhal,   à data dos acontecimentos (finais de 2004),
membro do conselho de Administração e vice-presidente do BCP,
respectivamente, sentaram-se à mesa de negociações com Alves Mendes.

Verificando que se tratava de gente que não tinha onde cair morta o
Departamento Jurídico, na pessoa do seu Director, Carlos Picoito (membro
supranumerário do Opus Dei), propôs que as dividas contraídas por aquelas
sociedades fossem declaradas créditos incobráveis.

A decisão tomada pela Direcção do BCP foi favorável à proposta de Carlos
Picoito. Pouco tempo depois, Jorge Jardim Gonçalves deixou o cargo que
ocupava no Banco.

O que declarou Jorge Jardim Gonçalves sobre o assunto?
"Não sei de nada, as questões com clientes não passaram por mim."

sinto-me:
publicado por Jneo às 22:54
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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

Artigo do Expresso de 13-10-06

Para que não se esqueça.. para que sem lembre sempre!...

Aqui fica mais um post do Friend António Brito

Façam favor de ser Felizes.

Ainda que mal pergunte

Miguel Sousa Tavares

 

1 - O Tribunal de Contas já explicou detalhadamente como é que o Estado conseguiu fazer um contrato de financiamento para a construção da Ponte Vasco da Gama mediante o qual acabámos a pagar duas ou três vezes o custo da ponte. Brilhantes escritórios da advocacia de influências que conseguiram tal proeza para o seu cliente; pobres contribuintes que vivem do seu trabalho e a quem o Estado chega a levar metade do que ganham, entre impostos directos e indirectos, para construir pontes e outras coisas que tais; desgraçados doentes do Serviço Nacional de Saúde que esperam dois anos por uma consulta urgente porque o Estado não tem dinheiro para lhes acudir em condições, porque gasta o dinheiro dos impostos a pagar três pontes em vez de uma! Agora, li há dias num jornal que o Governo pondera a hipótese de indemnizar a Lusoponte por lucros cessantes, decorrentes da entrada em funcionamento de uma nova ponte sobre o Tejo, a montante da Vasco da Gama. Leiam bem: o Governo concluiu que uma nova ponte era uma necessidade pública premente, para melhor servir as pessoas da zona da lezíria. E mandou fazê-la, conforme era sua obrigação. Mas, ao satisfazer assim uma necessidade pública, considera que veio atingir interesses privados, os quais consistiam exactamente em não servir o interesse público, para evitar a concorrência: as pessoas que dessem uma volta, de 50 ou mais quilómetros, para não falharem a Vasco da Gama. Presumo que isto também esteja previsto no contrato celebrado com a Lusoponte. O que pergunto é se acham normal que governantes assinem um contrato em que o Estado se compromete a indemnizar interesses privados no caso de fazer obra pública necessária?

2 - Há muitos anos, e vá lá saber-se porquê, Mário Soares resolveu alcandorar Medeiros Ferreira ao posto passageiro de ministro dos Negócios Estrangeiros. Daí não veio grande mal ao país, visto que ele se limitou a fazer o habitual naquele cargo: passar a olhar o mundo de baixo para cima, em pose napoleónica, e começar a debitar tremendas e evidentes banalidades sobre o estado do planeta. Vinte anos a seguir, ocupou pacificamente um lugar de deputado na bancada do PS, não tendo, que me lembre, feito jamais intervenção parlamentar que se recorde ou lei que se recomende. Mas pode ser a minha memória a falhar. Do que não me lembro é de o ter visto discordar seriamente do seu partido em vinte anos que por lá passou tudo e mais alguma coisa. Daí o meu espanto ao ler que, agora que Sócrates o tirou das listas de deputados, Medeiros Ferreira descobriu que tinham querido calar “uma voz incómoda”. Incómoda? O mesmo com o engenheiro João Cravinho. Governou quando quis e quanto quis (e bem mal, diga-se de passagem...), parlamentou quando quis e quanto quis e, quando já não quis, sacou um belíssimo lugar de administrador do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento, com escritório na City de Londres e residência com vista para o Hyde Park. Antes de se despedir do Parlamento, Cravinho deixou ao PS uma herança envenenada: um chamado pacote contra a corrupção, que, além das boas e fáceis intenções, continha algumas disposições inconstitucionais e outras puramente demagógicas. Sentado ainda na Assembleia da República, de frente para José Sócrates, ouviu o primeiro-ministro classificar de “pateta” a sua proposta. Ouviu e calou. Esperou pela nomeação definitiva, mandou-se para Londres com a aura de herói da luta contra a corrupção e agora chora, nas páginas da ‘Visão’, pelos caminhos “neoliberais” do PS e da esquerda e afirma, com uma lágrima ao canto do olho, que “foi dos maiores choques da minha vida o mal-estar que o debate da corrupção causou no PS”. Só pergunto a ambos: não podiam ter falado antes?

3 - O mesmo com a Dra. Catalina Pestana. Foi apresentada ao país como a salvadora da Casa Pia. Ela ia repor tudo na ordem, recuperar as boas práticas e o bom nome da instituição, defender os seus “meninos” contra tudo e contra todos e com o apoio institucional de todos, desde o Presidente da República até ao mais humilde funcionário da instituição. Agora, cessadas as suas funções, eis que vem afirmar que os maus tratos e os abusos a menores continuam dentro das paredes da Casa Pia. Ao ouvir isto, só me ocorre uma pergunta: o que lá esteve ela a fazer, então?

P.S.

— A Dra. Cândida Almeida, procuradora-geral-adjunta, corrigiu parte do que aqui escrevi na semana passada: não foi ela (enquanto magistrada encarregue de apurar as circunstâncias da obtenção da licenciatura pelo primeiro-ministro) a determinar a realização de escutas telefónicas aos responsáveis da Universidade Independente; essas escutas já tinham sido realizadas, a mando de uma sua colega e no âmbito de outro processo, e ela limitou-se a pedi-las e a pretender utilizá-las, aliás, como meio adicional de demonstrar a inocência do primeiro-ministro — o que lhe foi recusado pela juíza de instrução. Registo de bom grado a correcção — a que deu azo, apenas, o teor das notícias saídas na imprensa. Mas numa coisa discordo da dra. Cândida Almeida e concordo com a juíza de instrução: se já havia firmado a convicção sobre a inocência do primeiro-ministro, não vejo a necessidade de a reforçar com a utilização de conversas privadas que, inevitavelmente, acabariam no domínio público. Continuo a achar que as escutas telefónicas devem ser um meio excepcional de investigação e que quem a elas recorre deve ter consciência da violência que representa a sua publicitação. Mesmo que inócuas.



 

 

sinto-me:
publicado por Jneo às 23:55
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

Caixa Geral de Depósitos – Os Vampiros do Século XXI

Pode parecer que estou sempre desactualizado com as "novidades"... mas, é propositado!...

Ou seja, por vezes, apareço com artigos com algum atrasamento... É que temos tendencia para só falar durante umas horas, depois, tal como as modas, os assuntos entram no esquecimento.

Aqui estou para mais um assunto que, quanto a mim, não deveria cair no esquecimento.

Post remetido pelo Friend António Brito.


O post:

Caixa Geral de Depósitos – Os Vampiros do Século XXI

 

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os administradores principescamente pagos daquela instituição bancária.

A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do banco em oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço/qualidade em toda a gama de prestação de serviços, incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas contas à ordem.

As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de contas, o estimado/a cliente é confrontado com a informação de que, para continuar a usufruir da isenção da comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada trimestre um saldo médio Superior a EUR1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à respectiva conta.

Ora sucede que muitas contas da CGD, designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal. É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR243,45 – que para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a reforma. 

Como se compreende, casos como este – e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza – não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria.

O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos. É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade.

Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa. Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.

Medita e divulga...


Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca-vergonha que nos atira para a miserabilidade social.

publicado por Jneo às 20:21
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Domingo, 21 de Outubro de 2007

Coisas do paraiso Terreno!....

Nem só de má-lingua vive este Blog....

Este post está bestial (remetido pelo Big Great Friend PFortuna)

Cá vai disto....

No início, Eva não queria comer a maçã...
- Come - disse a serpente - e serás como os anjos!
- Não! - respondeu Eva.
- Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora.
- Não!
- Serás imortal.
- Não!
- Serás como Deus!
- Não, não e não!
A serpente já estava desesperada e não sabia o que fazer para que a Eva comesse a maçã.
Até que teve uma ideia. Ofereceu-lhe novamente a fruta e disse:
- Come que emagrece!!!



publicado por Jneo às 11:08
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Terça-feira, 16 de Outubro de 2007

Precisa-se de matéria-prima para construir um País

 

Agradeço ao carissimo Friend António Brito a fantástica lembrança do país onde vivo.

 

Por favor, este post é para ler até ao fim!!...

 

Façam favor de ser felizes, de pensar mais no que poderemos fazer por este país e de deixar para trás a mesquinhez da feira das vaidades e do mal dizer..

 

O post:

 

Precisa-se de matéria prima para construir um País

 


Eduardo Prado Coelho -  in Públic

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como
Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier
depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar
que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é
o Sócrates. O problema está em nós.
Nós como povo.
Nós como matéria-prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada,
tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é
uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e
respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser
vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde
se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE
ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos
seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto,
folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os
trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram
comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se defrauda a declaração de
IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito.
Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas
e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.
Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é
'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política,
histórica nem económica.
Onde nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos
e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e
beneficiar a alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem
ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está
sentada finge que dorme para não dar-lhe o lugar.
Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os
nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português,
apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim,
o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito
para sermos os homens e as mulheres que nosso país precisa. Esses defeitos,
essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em
pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente ruim,
porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui,
não em outra parte...

Fico triste. Porque, ainda que Sócrates fosse embora hoje mesmo, o próximo
que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não
tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém
não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos
como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não
serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e
por meio do terror?
Aqui faz falta outra coisa.
E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos
igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados!

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a
ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação,
então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um
messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada
poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a nos acontecer:
desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente
tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável,
não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu
comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi
procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO
ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO EM OUTRO LADO.

E você, o que pensa?.... MEDITE!

EDUARDO PRADO COELHO

publicado por Jneo às 20:14
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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007

Uma ferramenta chamada Religião...

Orgulho-me de apresentar o primeiro post do José Marques.

Orgulho-me de mostrar ao mundo um texto de pesquisa, muito bem escrito por um jovem que, tenho a certeza, não vai ficar por aqui . É preciso apostar nos jovens. É preciso acreditar que são eles a chave da mudança.

Este é para ler até ao fim!...


E agora o post.

Façam favor de ser felizes.

jNeo

Uma ferramenta chamada Religião

Introdução

 

 

Desde que o homem criou a civilização existe a religião, talvez porque haja a necessidade de existir uma crença em qualquer coisa, que pode impulsionar uma visão próspera para com essa civilização ou mesmo porque se calhar é preciso manter alguma ordem numa determinada civilização,    

         Mas o que se sabe é que ela existe e tem o poder de mover massas de credores em todo o globo desde do Cristianismo ao Jainismo a religião tem cerca de 5, 2 biliões de seguidores.

Embora cada religião existente tenha os seus elementos próprios, também é correcto dizer que as religiões tenham um variado número de elementos comuns entre elas e que podem permitir um melhor compreensão da anatomia da religião, ou seja, como elas foram criadas, como se organizam e que regras têm em comum.

 

  

O comum das religiões – a base de uma religião

 

Na minha opinião a religião é como um refúgio à realidade e inicialmente criada para explicar os inexplicáveis fenómenos da natureza e como meio de arranjar uma resposta às perguntas que não possuem uma, ou que não podem ser comprovadas ou testadas caso de “Como Foi criado o mundo?”, “Porque existem os Homens?” ou mesmo “Os deuses podem castigar os humanos?” (em que a resposta sempre encontrada vinda de um crente é: Claro que sim).

Como tal, pegando numa religião o cristianismo (por exemplo) podemos observar esses tais fenómenos como a vida depois da morte que não pode ser comprovada, mas o cristianismo explica que depois da morte seremos julgados no purgatório onde Deus decide se vamos para o inferno ou para o céu, pegando noutra religião, a religião da Antiga Grécia onde no mesmo caso os mortais iam para um sítio chamado sub-mundo onde ai ficariam à guarda de Hades, senhor dos mortos, no mesmo caso ainda no Budismo onde quando se morre volta-se à vida por 7 vezes no máximo ou até atingir o nirvana, chamado o estado da perfeição onde o único até hoje a conseguir atingir o nirvana na sua primeira vida foi Buda, noutro caso, temos a criação do homem que posso-vos dar como exemplo os Babilónios que acreditavam que um dos seus deuses Enki inventou o homem e a mulher a partir de argila e sangue e colocando esta pasta em sete moldes para os homens e outros sete para as mulheres. Mas, com o passar do tempo e com a inevitável evolução da ciência pode-se comprovar que várias teorias religiosas eram falsas e não passavam de uma história bem contada, teorias essas como a do inicio do mundo, início da espécie, da posição do mundo no universo, o que está para além do universo, etc. Todas estas histórias foram perdendo credibilidade ao longo do tempo apesar dos esforços por parte do cristianismo de o tentar impedir, na época da inquisição onde foram mortas milhares de pessoas por serem acusadas de praticarem bruxedo onde até o génio Galileu Galilei foi perseguido pela mesma porque tinha provado que era o sol que se encontrava no "Centro Planetário" e não a terra como o cristianismo afirmava.

A inquisição é uma das provas que a religião é um meio de controlar massas de gente, podendo também dizer que a inquisição poderá ter feito mais vitimas que o nazismo, apenas não se pode provar tal coisa porque na altura não contaram o número de vitimas, mas o que é verdade é que Hitler foi condenado para toda a eternidade e será sempre lembrado como um tirano, já no caso do cristianismo até hoje a única pessoa que mostrou arrependimento foi o Papa João Paulo II que pediu desculpas pelos actos da igreja naquela altura, mas nunca foram vistos como criminosos.

A religião diz sempre que pratica o bem independentemente da religião que se trate, mas o bem e o mal são dois tipos de perspectivas que podem ser interpretadas de maneira diferente, ora como tal podemos assumir que a religião implementa aos seus crentes que tudo feito em nome da religião é bom e tudo o que é feito, que contradiz o que a religião dita está errada. A isto eu chamo lavagem cerebral pois isto é o ponto de partida para coisas piores como o fanatismo e o sacrifício que causa a morte de centenas de pessoas todos os anos denominadas de infiéis ou impuros. O sacrifício nas religiões pode ser mortal, ou seja sacrificando a morte de alguém crente ou impuro ou um animal especialmente de gado e caça, ou mesmo a doação de bens e\ou mantimentos ou com uma promessa de maior dedicação à religião com o objectivo de agradar aos deuses e para agradecer-lhes pela boa vida que têm. Mas que desperdício de tempo, riquezas, comida, pessoas e animais onde na maior parte das vezes vai para os chulos que se auto denominam de membros da religião, agora digam-me se tenho ou não razão.

 

 O comum das religiões II – a religião e os números

Como já se deve ter notado, através dos meus exemplos anteriores a religião é muito dada a números pois números por vezes são essenciais numa boa história como a “Branca de neve e os 7 anões” ou “Os 3 mosqueiros” enfim, e também se pode encontrar números na religião principalmente o “3”, o “7”, o “6”, o “10”, o “13”, “40” ou por vezes números grandes,  como os 10 mandamentos, ou os 7 pecados mortais, ou os 13 na última ceia de Jesus antes de ele ser crucificado, ou as 40 virgens que prometem aos fieis do Islamismo por morrerem a praticar actos comandados por deus, o número da besta 666, a trindade(3) divina, entre outros.

É um grande exclusivo da religião, os números pois nenhuma foge à regra e não estou a contar com datas nem com a unidade em si (o um ou uma) é uma questão de verificarem que não estou enganado.

 

 

 O estado mais crítico da religião – O Islamismo

Como já referi anteriormente cerca de 5,2 biliões das pessoas no mundo são religiosas e com base numa estatística posso saber com mais ou menos precisão como esses 5,2 biliões estão repartidos.

     Cristianismo: 2,1 bilhões

     Islamismo: 1,3 bilhões

     Hinduísmo: 900 milhões

     Religião tradicional chinesa: 394 milhões

     Budismo: 376 milhões

     Religiões tradicionais africanas: 100 milhões

     Sikhismo: 23 milhões

     Espiritismo: 15 milhões

     Judaísmo: 18 milhões

     Fé Baha'i: 7 milhões

     Jainismo: 4,2 milhões

     Outras religiões: 108 milhões

Sendo os restantes Ateus, agnósticos ou Sem religião.

E agora vamo-nos focar numa das maiores religiões o Islamismo que é a principal causa das guerras e atentados de hoje em dia mais no médio oriente mas que também afecta o resto do mundo.

 

O Islamismo é uma religião baseada no fanatismo pois as suas leis, para os islamistas, são mais importantes e sobrepõem-se até às leis cívicas e do estado. Ora isso é um grande sinal de loucura continua, pois se o cristãos também levassem o que está escrito na bíblia à letra teríamos metade da população mundial que tínhamos hoje.  Ora vejam esta prova que o islamismo é a religião mais sádica e violenta.

Estes são os grupos ou movimentos fundamentalistas islâmicos existentes:

 

Movimentos fundamentalistas islâmicos

Região onde originam

Al-Qaeda(liderado por Osama bin Laden)

Internacional

Talibâ

Afeganistão

GIA

Argélia

Gama’at Islmiya

Egipto

Hizballah

Líbano

Jamaay-e-Islami

Sul da Ásia (India, Paquistão, Bangladesh...)

Jemaah Islamiyah

Sudeste Asiático

Hamas

Margem Ocidental do Rio Jordão e Faixa de Gaza

Wahhabismo

Arábia Saudita

 

Agora questione-se, quantos destes nomes ou regiões ouve falar nas notícias sobre guerra, ataques terroristas, revolta ou conflitos, quantos dos países que estão em cima referidos pertencem ao 3º mundo e há algum que valorize as mulheres para além de meros objectos?

Assim verá melhor o meu ponto de vista e vê que a religião não trás evolução apenas estagnação e inércia em termos do desenvolvimento de um país e das leis do mesmo.

 

 

 

 

Conclusão

Podemos assim ver o ponto de vista de muitas pessoas, incluindo ma a mim, podem pensar que eu também sou influenciado a não ser religioso e que me educaram com este ponto de vista, mas não é verdade pois a maioria da minha família é religiosa e bastou-me abrir os olhos e ser critico para perceber que a religião não passava de uma grande farsa, podem discordar mas pelo menos reflictam, e perguntem a vocês mesmos quantas guerras houve, desde o nascimento da religião até hoje, que não envolvessem a religião ou ideais religiosos, pois vão ver que a resposta a esta pergunta é: Nenhuma.

  

 

Fontes: wikipedia em http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o

             Adherents.com (estatística)

             “Mythologies” - Editora Fleurus, Paris

 

 

publicado por Jneo às 23:00
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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

TVG e outras ideias...

Começo a ficar mais descansado por não ser o único com a ideia que tenho relativamente ao famoso TVG.

Começo a ficar mais contente por ver que não sou o único a achar que o futuro dos paises está na educação... SIMPLESMENTE NA EDUCAÇÃO PORRA!!!!!...

 

Façam favor de ser felizes e de ler o post seguinte que me foi amavelmente remetido pelo Friend Ant. Brito (o Algarve é fantástico...)

 

O Post:

Há uns meses optei por ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio.
Comprado o bilhete, dei comigo num comboio que só se diferenciava dos
nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio
aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder
de vista, demorou cerca de cinco horas.

Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica
e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos,
emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos.
Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes
recursos resultantes da substantiva criação de riquez a .

A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu
Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e
jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de
apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram
estádios de futebol desnecessários, porque não constroem aeroportos
em cima de pântanos nem optam por ter comboios supersónicos que só
agradam a meia dúzia de multinacionais.

O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental,
extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de
viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.

É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que
fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com
pequenas extensões a países vizinhos). É por razões de sensatez que
não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos
outros países ricos. Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa
de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não terá
qualquer repercussão na economia do País.

Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não
financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para
várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia
financeira, o vão ter de pagar.

Com 7,5 mil milhões de euros pode construir-se mil escolas Básicas e
Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco
mil obsoletas e subdimensionadas (a 2,5 milhões de euros cada uma),
mais mil creches inexistentes (a 1 milhão de euros cada uma), mais
mil centros de dia para os nossos idosos (a 1 milhão de euros cada um).

Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em
muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a
degradada rede viária secundária.

CABE ao Governo REFLECTIR.

CABE à Oposição CONTRAPOR.

CABE AOS CIDADÃOS MANIFESTAREM-SE!!!

CABE À TUA CONSCIÊNCIA REENCAMINHAR OU DEIXAR FICAR .

--
Nuno Fitz

publicado por Jneo às 21:05
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