Segunda-feira, 21 de Maio de 2007

Divinal.. Fantástico!....

Existem aqueles textos fantásticos que nos fazem rir e existem outros Divinalmente FANTÁSTICOS...  é preciso ter uma imaginação do caraças!...

O meu Friend A. Pereira (RAC...) remeteu-me um post simplesmente divinal.

Façam favor de ler até ao fim...

Cá vai o texto:


No primeiro dia de aulas, numa escola secundária dos EUA, a professora
apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, acabadinho de chegar do
Japão.


A aula começa e a professora:
- Vamos lá ver quem conhece a  história americana. Quem foi que disse:
"Dê-me a liberdade ou a  morte"?

Silêncio total na sala. Apenas  o Sakiro levanta a mão: Patrick Henry em
1775, em Filadélfia.
- Muito bem, Suzuki. E quem disse,
"O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se"?

E o Sakiro: - Abraham Lincoln , em  1863, em Washington .

A professora vira-se para o resto da aula e vocifera: Não têm vergonha? O Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana do que vocês todos!

Ouve-se então uma voz, quase sussurrada, lá do fundo: japonês, filho duma puta!
- Quem foi que disse isso? - grita a  professora.

O pequeno Sakiro levanta a mão e, sem  esperar, responde: General McArthur, em 1941, em Pearl Harbour.

O silêncio volta a instalar-se...  e novamente de lá do fundo da sala: "Acho que vou vomitar!".
A professora, já descomposta: -
 Quem é que foi agora?
E o Suzuki: -
George Bush pai, ao  Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tóquio, em  1991.

Um dos alunos não se contém: - Faz-me um bóbó!
E a professora, irada:  Acabou-se! Quem disse essa barbaridade?
E o Suzuki, sem hesitações: - Bill  Clinton à Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em  1997.

É então que o aluno mais sereno da aula dispara: -  Suzuki da merda!
E o nosso Sakiro: -
Valentino  Rossi, no Grande Prémio de Motociclismo, no Rio de Janeiro, em  2002.

A turma entra positivamente em histeria, a  professora desmaia, a porta abre-se e entra o director, aos berros:
- Que merda é esta? Nunca vi uma  confusão deste tamanho!

E o Suzuki, bem alto: Mariano Gago para José Sócrates, em 2007, depois de receber o relatório da inspecção feita à Independente.

sinto-me:
publicado por Jneo às 18:17
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2007

Piada bestial... as cegonhas à conversa

Esta fantástica piada, remetida pelo Friend Óscar L.  é daquelas simples, rápidas mas com um piadão fenomenal...

 

 

Cá vai:

 

Três cegonhas à conversa:
- Para onde é que vais?
- Vou à casa de um casal que espera o primeiro filho.

- E tu?
- Eu vou à casa de uma senhora que espera um filho há anos.


- E tu, amiga?
- Eu vou ao convento! Nunca levo nada, mas prego-lhes um susto do caraças!

sinto-me:
publicado por Jneo às 18:55
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2007

HÁ CADA UM.......... CALEM-ME A CRIANCINHA QUE NÃO CONSIGO MASTIGAR

Fantástico Post remetido pela Dear Sofia G.

Esta notícia já correu mundo, no entanto acho de relevante importância ser publicada aqui.

Permitam-ne a honestidade de referir que, até nutria alguma admiração pelo senhor Miguel Sousa Tavares e as suas ideias... mas, com esta fiquei a perceber que, afinal não terá o defeito de ser "daquela cor azul..." (isto sem ofender quem goste "daquela cor azul" e seja pessoa de bem, obviamente carago!...).

Fico triste por sentir que estou a viver num país em que é "in" comprar carros de outras pessoas que os não conseguem pagar... comprar casas de quem as não consegue pagar... é bregeiro e "pobre" quem levar os filhos ao restaurante e sei lá que coisas "in" que devem e não devem ser feitas...

Façam Favor de Ser Felizes
jNeo

HÁ CADA UM..........

 

CALEM-ME A CRIANCINHA QUE NÃO CONSIGO MASTIGAR

 

João Miguel Tavares
Jornalista

 

Estava Miguel Sousa Tavares na TVI a comentar a nova Lei do Tabaco quando da sua boca saltou esta pérola: o fumo nos restaurantes, que o Governo quer limitar, incomoda muitíssimo menos do que o barulho das crianças - e a estas não há quem lhes corte o pio. Que bela comparação. Afinal, o que é uma nuvenzinha de nicotina ao pé de um miúdo de goela aberta? Vai daí, para justificar a fineza do seu raciocínio, Sousa Tavares avançou para uma confissão pessoal: "Tive a sorte de os meus pais só me levarem a um restaurante quando tinha 13 anos." Há umas décadas, era mais ou menos a idade em que o pai levava o menino ao prostíbulo para perder a virgindade. O Miguel teve uma educação moderna - aos 13 anos, levaram-no pela primeira vez a comer fora.

Senti-me tocado e fiz uma revisão de vida. É que eu sou daqueles que levam os filhos aos restaurantes. Mais do que isso. Sou daquela classe que Miguel Sousa Tavares considerou a mais ameaçadora e aberrante: os que levam "até bebés de carrinho!". A minha filha de três anos já infectou estabelecimentos um pouco por todo o país, e o meu filho de 14 meses babou-se por cima de duas ou três toalhas respeitáveis. É certo que eles não pertencem à categoria CSI (Criancinhas Simplesmente Insuportáveis), já que assim de repente não me parece que tenham por hábito exibir a glote cada vez que comem fora - mas, também, quem é que acredita nas palavras de um pai? E depois, há todo aquele vasto campo de imponderáveis: antes de os termos, estamos certos de que vão ser CEE (Crianças Exemplarmente Educadas), mas depois saltam cá para fora, começam a crescer e percebemos com tristeza que vêm munidos de vontade própria, que nem sempre somos capazes de controlar.

O que fazer, então? Mantê-los fechados em casa? Acorrentá-los a uma perna do sofá? É uma hipótese, mas mesmo essa é só para quem pode. Na verdade, do alto da sua burguesia endinheirada, e sem certamente se aperceber disso, Miguel Sousa Tavares produziu o comentário mais snobe do ano. Porque, das duas uma, ou os seus pais estiveram 13 anos sem comer fora, num admirável sacrifício pelo bem-estar do próximo, ou então tinham alguém em casa ou na família para lhes tomar conta dos filhinhos quando saíam para a patuscada. E isso, caro Miguel, não é boa educação - é privilégio de classe. Muita gente leva consigo a prole para um restaurante porque, para além do desejo de estar em família, pura e simplesmente não tem ninguém que cuide dos filhos enquanto palita os dentes. Avós à mão e boas empregadas não calham a todos. A não ser que, em nome do supremo amor às boas maneiras, se faça como os paizinhos da pequena Madeleine: deixá-la em casa a dormir com os irmãos, que é para não incomodar o jantar.

sinto-me:
publicado por Jneo às 17:40
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Terça-feira, 8 de Maio de 2007

Estupidez burocrática (Banco Montepio vs Cliente que não é engenheiro...)

Permitam-me uma simples introdução...


Este Fantástico-Bestial Post, remetido pela Dear Sofia G.,  deverá ser lido até ao fim.


Mas, entenderam bem?!  É PARA LER MESMO ATÉ AO FIM!!!...

De facto temos uma país fantástico... somos uns artistas.

E agora o Fantástico-Bestial post...


Estupidez burocrática

Vale a pena ler – É um pouco extenso....Mas muito bom!!!!

Assi: Sofia G.

 

 


Há também quem não queira ser Engenheiro.

A troca de correspondência entre um cliente e o seu banco que insiste em tratá-lo por engenheiro:


"(..)Na profissão, os senhores indicam-me como engenheiro civil. De facto, já tive muitas profissões, desde consultor a docente do ensino superior, tradutor e até escritor. Mas nunca tive o privilégio de trabalhar como engenheiro civil, até porque a minha licenciatura em engenharia física não mo permitiria. Como tal, agradeço-lhes que retirem esse dado da profissão, por não ser correcto nem relevante.


Com os meus cumprimentos,
José Luís Mxxxxxxxx"


"Estimado Cliente, Sr. José Luís Lxxx,

(...)

No que respeita à sua actividade profissional, e por forma a procedermos alteração da mesma será deste modo necessário que nos remeta uma cópia certificada ou original em papel timbrado de uma Declaração da Entidade Patronal, ou cópia certificada do Cartão Profissional, frente e verso, ou recibo de vencimento, desde que conste profissão, entidade patronal, situação contratual e data de admissão, documentação que poderá remeter via correio para a Remessa Livre
n.º 25009, 1144- 960 Lisboa, não sendo necessário selo, ou em alternativa poderá apresentar os originais junto do Balcão.

Relativamente à certificação, a mesma poderá ser solicitada junto da Junta de Freguesia, dos CTT, do Notário ou Advogado.


(...)

Encontramo-nos à sua disposição para prestar os esclarecimentos necessários.

Com os melhores cumprimentos,

Montepio,
Direcção de Marketing e Novos Canais"


"Em resposta à vossa mensagem, tenho-lhes a dizer, com toda a sinceridade, não é da vossa conta a profissão que eu exerço ou deixo de exercer. Agora, o que não podem, de forma nenhuma, é atribuir-me uma profissão aleatória que eu nunca exerci, como é a de engenheiro civil. Portanto, agradeço que retirem qualquer menção à minha profissão dos vossos dados pessoais a meu respeito, ao abrigo do direito de rectificação que me assiste, de acordo com a legislação em vigor de protecção de dados pessoais informatizados.
"

"Estimado Cliente, Sr. José Luís Lxxx,

Agradecemos, desde já, o seu contacto.

No seguimento da sua mensagem, e de acordo com a informação facultada na mensagem envida anteriormente, indicamos que por forma a procedermos à alteração da sua Actividade Profissional, será necessário que nos remeta a documentação solicitada, ou apresente a mesma junto de um Balcão, estando este procedimento de acordo com o Aviso 11/05 do Banco de Portugal.


A Caixa Económica Montepio Geral, no âmbito dos princípios que presidiram à redacção desse Aviso, tem vindo progressivamente a promover a actualização dos Dados Pessoais dos Clientes, sempre que as circunstâncias se enquadrem no espírito do referido Aviso.


Por este motivo, e lamentando qualquer incómodo causado, existe a necessidade de proceder à actualização dos seus Dados Pessoais, mediante apresentação de um documento comprovativo da sua Actividade Profissional. Em virtude de verificarmos que existem outros dados por actualizar, solicitamos também que nos remeta cópia certificada do seu Bilhete de Identidade e Cartão de Contribuinte, ou apresente os mesmos num Balcão, para que se obtenham cópias e se proceda à actualização.


(...)

Encontramo-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere necessários,

Com os melhores cumprimentos,

Montepio, Direcção de Marketing e Novos Canais"


"Meus caros senhores,

Eu não vou enviar a documentação que me pedem, pois insisto que a profissão que exerço não lhes diz respeito.
Faço então o inverso do ónus da prova.

Mostrem-me os senhores os documentos em que se basearam para dizer que eu sou engenheiro civil. Quem sabe, de posse deles, até me possa candidatar a primeiro-ministro.
Se os senhores me garantem que só efectuam essas alterações de posse de documentos oficiais, então com certeza que tiveram acesso a um certificado de habilitações que os informou de que eu sou engenheiro civil (espero que não sejam da Universidade Independente). Pois, peço-lhes então que me enviem a mim uma cópia desses documentos, pois dava-me um jeitão acrescentar às minhas habilitações as de Engenheiro Civil, que não sou nem nunca fui. Mas, se realmente os senhores têm documentos que o provam, é porque deve ser verdade e eu começo a perceber como é que a situação de engenheiro civil é, neste país, uma situação muito transitória.


As vossas reservas tinham toda a razão de ser, se eu lhes tivesse a exigir que me atribuíssem habilitações que eu não tenho. Mas a situação é perfeitamente inversa. Estão a atribuir-me um curso que eu não tenho e uma profissão que eu não exerço. Não posso demonstrar que não sou engenheiro civil porque não existe certificado de habilitação de não-engenheiro civil.


Por isso, repito o direito que me assiste de corrigir dados pessoais informatizados que estão errados. E exijo que retirem a profissão de engenheiro civil.

Com os meus cumprimentos,

José Luís M"


"Estimado Cliente, Sr. José xxx,

Agradecemos o seu contacto o qual mereceu a nossa especial atenção.

Em resposta à sua mensagem, informamos que no momento em que procedeu Abertura da conta de depósitos à ordem o registo das Habilitações Literárias, não eram efectuadas de acordo com o Aviso 11/2005 de 13 de Julho do Banco de Portugal, o qual é transversal a todas as Instituições e que obriga nomeadamente aquando da actualização de dados pessoais, apresentação de comprovativo, bem como na emissão de Meios de Pagamento que os respectivos dados pessoais e profissionais encontrem-se devidamente actualizados.


Autrora [sic], as Habilitações Literárias eram inseridas de acordo com o indicado pelo cliente, podendo, por ventura ocorrer um erro na inserção da informação, não obstante, à presente data, para que possamos actualizar este elemento, será necessário, apresentação do Certificado de Habilitações, junto de um balcão ou envio de cópia certificada para a morada Remessa Livre 25009,1144-960 Lisboa.

Salvaguardando, desta forma, que no futuro possam estar associados bloqueios que comprometam a realização de operações através dos canais á distancia, nomeadamente do serviço Montepio24, ou junto das Caixas Automáticas.


Aguardamos a actualização deste elemento bem como dos solicitados na mensagem anterior, encontrando-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere necessários.

Com os melhores cumprimentos,


Montepio Direcção de Marketing e Novos Canais"

"Ou seja, segundo me estão a dizer, os senhores enganaram-se a pôr os dados, pois eu nunca disse que era engenheiro civil. Não tinha motivos para o fazer, pois nunca o fui e não estava a candidatar-me a um emprego como engenheiro civil na vossa empresa quando aí abri uma conta.


Ora, porque os senhores se enganaram, agora exigem-me um certificado de habilitações que certifique um grau que eu não tenho. Certo? Ou seja, vou à secretaria de uma faculdade de engenharia (penso que já não posso ir à Independente, porque parece que vai fechar) e peço-lhes que me passem um certificado de habilitações em como não sou engenheiro civil. Estou certo que devem ter lá um modelo para isso: Certificado de Habilitações de Não-Engenheiro Civil. Depois, mando-lhes uma cópia e já posso provar ao mundo que não sou engenheiro civil. Portanto, devo concluir que, de acordo com o vosso entendimento, qualquer cidadão que abra conta no vosso banco é engenheiro civil até prova em contrário...


Disse alguma coisa de errado até agora?

Não lhes passa pela cabeça que é um pouco kafkiano pedir a um cliente que rectifique os vossos erros informáticos apresentando um certificado de não habilitações que ateste que ele não é licenciado em engenharia civil?

Fico a aguardar o prazer de mais uma das vossas respostas, pois é um ponto alto do meu dia verificar até que ponto pode ir a rigidez burocrática de uma instituição. Peço-lhes ainda que não levem a mal eu estar a compilar esta nossa interessante troca de mensagens num texto humorístico que espero vir a publicar, tal é o despropósito de toda esta situação.


Com os meus estimados cumprimentos,

José Luís Mxxxxxxxx"

"Estimado Cliente, Sr. José Luís Mxxxxxxxx,

Agradecemos, desde já, o seu contacto.


No seguimento da sua mensagem, vimos informar que a situação que nos reportou foi encaminhada para o departamento competente. Após obtermos uma resposta, procederemos de imediato ao envio de uma mensagem.

Encontramo-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere necessário.


Com os melhores cumprimentos,

Montepio
Direcção de Marketing e Novos Canais"

 


"Com a curiosidade que o momento requeria, fui consultar os meus dados, para ver se já tinham sido devidamente rectificados. Deparei-me com a seguinte pérola da titularite aguda que assola este país:


Quando consegui parar de rir, respondi com a seguinte mensagem em três fascículos (só nos são permitidos 2000 caracteres de cada vez)


Estimadíssimos Senhores,

Fiquei muito feliz por ver que, finalmente, tiveram a amabilidade de agir sobre os meus dados pessoais.
Constato que ainda não lhes é possível usar o meu número de telefone porque começa por 30 e isso faz muita confusão ao vosso departamento de informática.

No entanto, folgo em constatar que não perderam o sentido de humor no que toca aos restantes dados pessoais.
Assim, nas habilitações literárias, de licenciado fui despromovido a 12 ano. Na verdade, tenho o grau de mestrado em física tecnológica, mas como não faço tenções de lhes apresentar provas desse facto, fico muito satisfeito por ao menos me reconhecerem o 12º ano sem necessidade de prova formal.

Como não penso que sejam elitistas ao ponto de me tratarem pior por ter uma mera escolaridade obrigatória, o 12º ano fica muito bem, pois também me deu muito trabalho a fazer e, de facto, possuo esse grau. Deixemos, portanto, as habilitações literárias que estão muito bem assim.

No título honorífico, puseram "sem título honorífico". Não posso deixar de confessar que me doeu essa dura chamada à realidade. Mas, de facto, não me considero titular de nenhum título de nobreza (tive um trisavô visconde, mas acho que já não conta), não fui ordenado sacerdote, nunca recebi nenhuma comenda e, à semelhança do nosso Primeiro-ministro, não estou inscrito em nenhuma ordem, tenho de me conformar à minha condição de vulgar plebeu sem título honorífico quando, para mais, me recuso a mostrar-lhes o certificado de habilitações. Portanto, também aqui no título honorífico, estamos de acordo. Sou simplesmente o José.

Agora, na profissão... aqui temos um problema. O problema para o qual lhes tenho vindo a chamar a atenção: o facto de eu não ser engenheiro civil, tornou-se agora bastante mais grave. É que acusam-me de ser engenheiro civil sem estar inscrito na ordem (caso contrário teria o título de Eng.) e, horror dos horrores, com as habilitações literárias de um 12º ano. (Continua).


É que nem o nosso primeiro-ministro se atreveu a reclamar o título de eng. civil com um simples 12º ano. Ele tem, pelo menos, o título do ISEC e, in dubio pro reo, afirma que concluiu a licenciatura em engenharia civil.

Os senhores, ao dizerem que eu sou engenheiro civil sem estar inscrito na Ordem dos Engenheiros (caso contrário, tinha o eng) e com um simples 12ºano de habilitações literárias, colocam-me numa posição muito delicada, incorrendo mesmo num crime de usurpação de título. E eu não tenho o aparelho do maior partido político português a proteger-me as costas quando a coisa der para o torto.

Finalmente, chegamos ao Nome preferencial, onde contrariam disposições anteriores e me apelidam de Eng. J. L. Mxxxxxxxx. Ora bem, até há umas semanas atrás, eu não teria grande coisa a opôr, visto que sou licenciado em engenharia física e todos os licenciados deste país são doutores e engenheiros. Infelizmente, agora os tempos são outros. Só pode reivindicar-se engenheiro quem estiver inscrito na Ordem dos Engenheiros. Ora, para minha grande vergonha, não pago quotas a tão nobre instituição, pelo que terei de abdicar daquelas três letrinhas. Nem sequer posso pedir um simples "lic" ou um "mestre", porque na minha teimosia me recuso a entregar-lhes o certificado de habilitações. Portanto, proponho que fique simplesmente o José Luís Mxxxxxxxx ou o Zé, para os amigos.


Lamento o trabalho tempo e esforço que essas alterações possam causar. Espero até não provocar um precedente grave que os obrigue a ir pedir a todos os vossos clientes Drs. e Engs. o certificado de doutoramento ou o cartão de membro da Ordem dos Engenheiros, respectivamente.

Mas peço-lhes, rogo-lhes, suplico-lhes, retirem o mal-fadado "Engenheiro Cívil" da minha ficha de dados. Nunca chamei a ninguém nenhum nome que não fosse merecido. Esse é claramente imerecido. Prometo manter todas as minhas contas no vosso estimável banco. Mas, por favor, não digam a ninguém que eu sou engenheiro civil.

Do sempre vosso,

Zé"


 Beijocas a Todos

 

SOF

sinto-me:
publicado por Jneo às 22:28
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2007

E porque os Homens, alguns, afinal também sabem dar o valor...

Posted by: Dear Sofia G.

E porque os Homens, alguns, afinal também sabem dar o valor aqui vai o depoimento de um Sr., a quem dou os Parabéns, por este belo texto....

O ÚNICO DEFEITO DA MULHER
Texto de Sérgio Gonçalves, redactor da Loducca, publicado no jornal da agência.


"Se uma memória restou das festinhas e reuniões de familiares da minha infância, foi a divisão sexual entre os convivas: mulheres de um lado, homens do outro.

Não sei se hoje isso ainda acontece. Sou anti-social ao ponto de não frequentar qualquer evento com mais de 4 pessoas, o que não me credencia a emitir juízos.

Mas era assim que a coisa acontecia naqueles tempos. Tive uma infância feliz: sempre fui considerado esquisito, estranho e solitário, o que me permitia ficar quieto a observar a paisagem.

Bem, depressa verifiquei que o apartheid sexual ia muito além das diferenças anatómicas. A fronteira era determinada pelos pontos de vista, atitude e prioridades.

Explico: no lado masculino imperava o embate das comparações e disputas.

"O meu carro é mais potente, a minha televisão é mais moderna, o meu salário é maior, a vista do meu apartamento é melhor, a minha equipe de futebol é mais forte, eu dou 3 por noite" e outras cascatas típicas da macheza latina.

Já no lado oposto, respirava-se outro ar. As opiniões eram quase sempre ligadas ao sentir. Falava-se de sentimentos, frustrações e recalques com uma falta de cerimónia que me deliciava.

Os maridos preferiam classificar aquele ti-ti-ti como mexerico.

Discordo.

Destas reminiscências infantis veio a minha total e irrestrita Paixão pelas mulheres.

Constatem, é fácil.

Enquanto o homem vem ao mundo completamente cru, as mulheres já chegam com quase metade da lição estudada.

Qualquer menina de 2 ou 3 anos já tem preocupações de ordem prática. Ela brinca às casinhas e aprende a pôr um pouco de ordem nas coisas. Ela pede uma bonequinha a quem chama filha e da qual cuida, instintivamente, como qualquer mãe veterana. Ela fala em namoro mesmo sem ter uma ideia muito clara do que vem a ser isso.
Noutras palavras, ela já nasce a saber. E o que não sabe, intui.

Já com os homens a historia é outra.

Você já viu um menino dessa idade a brincar aos directores?

Já ouviu falar de algum garoto fingindo ir ao banco pagar as contas?

Já presenciou um bando de meninos fingindo estar preocupados com a entrega da declaração do IRS? Não, nunca viram e nem hão-de ver.

Porque o homem nasce, vive e morre uma existência infanto-juvenil.

O que varia ao longo da vida é o preço dos brinquedos.

Aí reside a maior diferença.

O que para as meninas é treino para a vida, para os meninos é fantasia e competição.

Então a fuga acompanha-os o resto da vida, e não percebem quanto tempo eles perdem com seus medos.

Falo sem o menor pudor.

Sou assim.

Todos os homens são assim.

Em relação ao relacionamento homem/mulher, sempre me considerei um privilegiado.

Sempre consegui ver a beleza física feminina mesmo onde, segundo os critérios estéticos vigentes, ela inexistia.

Porque todas as mulheres são lindas.

Se não no todo, pelo menos em algum detalhe.

É só saber olhar.

Todas têm a sua graça.

E embora contaminado pela irreversível herança genética que me faz idolatrar os ícones da futilidade, sempre me apaixonei perdidamente por todas as incautas que se aproximaram de mim.

Incautas não por serem ingénuas, mas por acreditarem.

Porque todas as mulheres acreditam firmemente na possibilidade do homem ideal.

E esse é o seu único defeito."

sinto-me:
publicado por Jneo às 15:14
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Sábado, 5 de Maio de 2007

O PROFESSOR QUE SÓCRATES NÃO CONHECIA...

O PROFESSOR QUE SÓCRATES NÃO CONHECIA , NÃO CONHECEU NEM QUER OUVIR FALAR ; A BEM DA NAÇÃO 

Post remetido pelos Friends: Carlos M. e António B.

 

Antes de passarem ao post, propriamente dito, permitam-me referir que foi publicado um artigo bestial no dia 17.04.2007 (Esta é a campanha que não acabou os estudos…) e que, infelizmente, apenas o Friend Paulo F. comentou… existem mais "coisas" para além do "Socrates"... Até qiue, em certa medida, o dito artigo do dia 17 de Maio tb tem alguma "coisa" a ver com o "Socrates"... está lá tudo é só ler...

Passemos ao post remetido pelos Friends C.M. e A.B.

 

Já agora… Façam Favor de Ser Felizes

 

jNeo

 

 

CHAMA –SE ANTÓNIO JOSÉ MORAIS  E É ENGENHEIRO A SÉRIO ; DAQUELES RECONHECIDOS PELA ORDEM (não é uma espécie de Engenheiro, como diriam os Gato Bem Cheirosos ) .

 

O António José Morais é primo em primeiro grau da Drª Edite Estrela. É um transmontano tal como a prima que também é uma grande amiga do Eng. Sócrates . Também é amigo de outro transmontano, também licenciado pela INDEPENDENTE o DR. Armando Vara , antigo caixa da Caixa Geral de Depósitos e actualmente Administrador da Caixa Geral de Depósitos, grande amigo do Eng. Sócrates e da Drª Edite Estrela.

 

O Eng. Morais trabalhou no prestigiado LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil) , só que devido ao seu elevado empreendedorismo canalizava  trabalhos destinados ao LNEC, para uma empresa em que era parte interessada.

Um dia foi convidado a sair pela infeliz conduta .

 

Trabalhou para outras empresas entre as quais a HIDROPROJECTO e pelas mesmas razões foi convidado a sair.

 

Nesta sua fase de consultor de reconhecido mérito trabalhou para a Câmara da Covilhã aonde vendeu serviços requisitados pelo técnico Eng. Sócrates.

 

Daí nasce uma amizade.

 

É desta amizade entre o Eng da Covilhã e o Eng. Consultor que se dá a apresentação do Eng. Sócrates à Drª Edite Estrela , proeminente deputada e dirigente do Partido Socialista.

 

E assim começa a fulgurante ascenção do Eng. Sócrates no Partido Socialista de Lisboa apadrinhada pela famosa Drª Edite Estrela , ainda hoje um vulto extremamente influente no nucleo duro do lider socialista.

 

À ambição legitima do politico Sócrates era importante acrescentar a licenciatura .

 

Assim o Eng. Morais , já professor do prestigiado ISEL ( Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ) passa a contar naquela Universidade com um prestigiado aluno – José Sócrates Pinto de Sousa , bacharel .

 

O Eng. Morais demasiado envolvido noutros projectos faltava amiudes vezes ás aulas e naturalmente foi convidado a sair daquela docência.

 

Homem de grande espírito de iniciativa, rapidamente colocou – se na Universidade Independente.

Aí o seu amigo bacharel José Sócrates, imensamente absorvido na politica e na governação seguiu – o “ porque era a escola , mais perto do ISEL que encontrou “.   

 

E assim se licenciou, tendo como professor da maioria das cadeiras (logo quatro) o desconhecido mas exigente Eng. Morais . E ultrapassando todas as dificuldades, conseguindo ser ao mesmo tempo Secretário de Estado e trabalhador estudante licencia–se, e passa a ser Engenheiro, á revelia da maçadora Ordem dos Engenheiros, que segundo consta é quem diz quem é Engenheiro ou não, sobrepondo – se completamento ao Ministério que tutela o ensino superior.

 

( Essa também não é muito entendível;  se é a Ordem que determina quem tem aptidão para ser Engenheiro devia ser a Ordem a aprovar os Cursos de Engenharia ; La Palisse diria assim) 

 

Eis que licenciado o governante há que retribuir o esforço do HIPER MEGA PROFESSOR, que com o sacrifício do seu próprio descanso deve ter dado aulas e orientado o aluno a horas fora de normal , já que a ocupação de Secretário de Estado é normalmente absorvente .

 

E ASSIM FOI:

 

O amigo Vara, também secretário da Administração Interna coloca o Eng. Morais como Director Geral no GEPI, um organismo daquele Ministério.

O Eng. Morais, um homem cheio de iniciativa, teve que ser demitido devido a adjudicações de obras não muito consonantes com a lei e outras trapalhadas na Fundação de Prevenção e Segurança fundada pelo Secretário de Estado Vara .

(lembram - se que foi por causa dessa famigerada Fundação que o Eng. Guterres foi obrigado a demitir o já ministro Vara (pressões do Presidente Sampaio ) , o que levou ao corte de relações do DR. Vara com o DR. Sampaio – consta – se até que o DR. Vara nutre pelo ex Presidente um ódio de estimação.

 

 O Eng. Guterres farto que estava do Partido Socialista ( porque é um homem de bem , acima de qualquer suspeita , integro e patriota) aproveita a derrota nas autárquicas e dá uma bofetada de luva branca no Partido Socialista e manda – os todos para o desemprego.

 

Segue–se o DR. Durão Barroso e o DR. Santana Lopes que não se distinguem em praticamente nada de positivo e assim volta o Partido Socialista comandado pelo Eng. Socrates E GANHA AS ELEIÇÕES COM MAIORIA ABSOLUTA.

Eis que, amigo do seu amigo é , e vamos dar mais uma oportunidade ao Morais , que o tipo não é para brincadeiras. 

 

E o Eng. Morais é nomeado Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça.

 

O Eng. Morais homem sensível e de coração grande , tomba de amores  por uma cidadã brasileira que era empregada num restaurante no Centro Comercial Colombo.

 

E como a paixão obnibula a mente e trai a razão nomeia a “brasuca “ Directora de Logística dum organismo por ele tutelado a ganhar 1600 € por mês. Claro que ia dar chatice, porque as habilitações literárias (outra vez as malfadadas habilitações) da pequena começaram a ser questionadas pelo pessoal que por lá circulava.

Daí a ser publicado no “ 24 HORAS” foi um ápice.

E ASSIM lá foi o apaixonado Eng. Morais despedido novamente.

 

TIREM AS VOSSAS CONCLUSÕES.

 

sinto-me:
publicado por Jneo às 03:27
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2007

O homem que era antes de ser...

É fantástico como este país está cheio de engeneheiros que o não são e de "primos" Albertos que gozam à grande com o dinheiro dos nossos impostos...

Este é mais um Post remetido pelo Big Friend António Brito

Façam favor de ser felizes...

jNeo 

O Artigo:

...mas há mais, MUITOS MAIS espalhados pelos Partidos e com bons tachos...

São as "licenciaturas" pós 25 Abril...

Foram tiradas licenciaturas sem que o aluno conhecesse o Professor, e sem que tivesse frequentado uma única aula...


NÃO SEI QUEM ESCREVEU ISTO MAS CREIO QUE MERECE SER LIDO.

O homem é "licenciado em engenharia civil", mas não é engenheiro civil!

O homem é "Pós-graduado em Engenharia Sanitária" mas não é engenheiro...

 

Mas qual é o problema? O Júlio Verne também nunca foi à Lua, nem ao centro da Terra e nem por isso deixou de nos deliciar com o fantástico...

Portanto desfrutem a obra do Sócrates, o seu ideal de justiça, o desprendimento dos bens terrenos e da própria vida, a humildade que a sua sabedoria transmite, a sua liberdade de pensamento perante as leis humanas...o seu carácter!  

O homem tem um percurso inigualável...

Enquanto era estudante, com todo o tempo do mundo, conseguiu apenas uma média 12 num Instituto Público em Coimbra como Bacharel... e, de repente,  quando estava no governo e era suposto não ter tempo nem para se coçar passou a ter média de 16 numa privada, como a  Independente (que não é uma privada qualquer!).

Conseguiu um diploma ao domingo, sem datas, sem assinaturas, sem carimbos...

Conseguiu mostrar o seu " desconsolo" ao reitor através de bilhetinhos escritos em papel timbrado da Secretaria do Ambiente de modo a "colocar as coisas no seu devido lugar" ...

Conseguiu que 4 disciplinas (CADEIRÕES!) fossem dadas por um ÚNICO professor que, por pura COINCIDÊNCIA, era seu colega de governo...

Conseguiu que o lançamento de quatro notas de exame - duas escritas e duas orais - fosse feito no mesmo dia e em Agosto...

Conseguiu ser diferente, já que, normalmente, um diploma, certidão ou certificado de habilitações, tem duas datas: a data em que o aluno concluiu o curso, a data em realmente fez o último exame e a data em que o diploma ou certificado foi emitido - a emissão no próprio dia da conclusão do curso implica que todas as notas estivessem já lançadas (nos livros de termos e ficha do aluno, além das pautas), o cálculo imediato 
da média, a disponibilidade dos serviços de secretaria e a chancela imediata do reitor...

Conseguiu aparecer sozinho na pauta... 
 
Conseguiu que, com uma disciplina de Inglês Técnico, que nem se sabe bem qual era o seu VERDADEIRO professor pois parece que o arguido ex. reitor, acusado de falsificação de documentos já não sabe o que disse-que-tinha-dito, ... tirar um MBA... 

Tem toda a razão para estar zangado e, dar exemplo, mais uma vez, de bom democrata que é! Vai daí "(O) Gabinete do primeiro-ministro proibiu, mesmo na passada terça-feira , um novo acesso do Expresso à documentação existente na reitoria da Independente" (sic).

Pergunta-se: O gabinete do primeiro-ministro tem o poder de "proibir" a consulta do processo individual do cidadão José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa de 1995/96 na Universidade Independente?!...
Ao abrigo de que lei é que o Gabinete do Primeiro-Ministro o proíbe?...
Manda o Gabinete do Primeiro-Ministro na Universidade Independente?
Do Portugal Profundo (comentários)

 

sinto-me:
publicado por Jneo às 11:18
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