Quinta-feira, 26 de Abril de 2007

Algumas novidades....

Andam por ai a circulaar noticias contraditórias sobre o ACTIMEL.

Os Friends Óscar L. e Carlos M. enviaram alguns artigos relativos a este assunto controverso.

Afinal o ACTIMEL é ou não benéfico à saúde? Ver AQUI

 

Outras novidades relacionadas com promoções e trafulhices sociais e outras que tais: AQUI

(o caso da menina que ainda não tem 20 anos recém-licenciada nomeada administradora )

Façam favor de ser felizes

 

Ciao

jNeo

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publicado por Jneo às 15:24
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Segunda-feira, 23 de Abril de 2007

Originais do registo de Sócrates na AR já não existem

20.04.2007, Leonete Botelho

Desta feita, o Friend António Brito, enviou uma colecção bastante extensa de artigos e assuntos.

Foi bastante dificil de escolher!...

Inicialmente, pensei em colocar todos os artigos. Depois, prometi a mim mesmo escolher apenas um artigo que por si só fosse a imagem do nosso país e dos tempos estranhos que estamos a viver. Então, até nem foi dificil de seleccionar o "melhor" entre os melhores.

Aqui segue o artigo de hoje...

Façam favor de ser felizes.

Your Friend,

jNeo


E agora o artigo remetido pelo Friend Ant. Brito.


Os originais dos registos biográficos do deputado José Sócrates relativos a 1992 - cujas cópias referem informações diferentes quanto às habilitações académicas e profissão na época - já não existem no Parlamento.
Desapareceram, o que é considerado natural, uma vez que se trata de documentos da VI legislatura e os originais arquivados são destruídos ao fim de algum tempo.
Foi esta a informação que a secretária-geral da Assembleia da República (AR), Adelina Sá Carvalho, enviou ao presidente Jaime Gama, em resposta ao pedido de informações que o PSD lhe tinha feito na semana passada, apurou o PÚBLICO. Fica por explicar por que motivo não foi destruída uma cópia, existente no arquivo, em que Sócrates se apresenta como engenheiro e preenche as habilitações como "Engenharia Civil", enquanto noutro serviço havia outra cópia, corrigida, com a profissão de engenheiro técnico e o acrescento de "Bach" antes da engenharia civil.
Jaime Gama fez chegar a carta da secretária-geral ao presidente da bancada social-democrata, Marques Guedes, ao final da tarde de ontem, mais de 24 horas depois de a ter recebido. E este, apesar de ter dado conta do teor da resposta à direcção do grupo ainda ontem, recusa-se a fazer qualquer comentário sobre o assunto. Mas tudo indica que o PSD não deverá tomar qualquer outra iniciativa na sequência deste caso e da resposta dos serviços da AR.
Horas antes, na reunião do grupo parlamentar - mesmo antes de conhecer esta resposta -, alguns deputados sociais-democratas criticaram precisamente a falta de consequências das declarações de Marques Mendes logo após a entrevista do primeiro-ministro à RTP.
Na altura, o líder do PSD defendeu que o caso do currículo académico de Sócrates devia ser investigado por uma comissão independente. E criticou as "falhas de carácter" do chefe de Governo.
Já ao fim da reunião, em que Mendes não participou, vários deputados levantaram o assunto, vindo em defesa do seu líder quanto às declarações feitas na altura - e criticadas por outros sociais-democratas, como Marcelo Rebelo de Sousa. Mas questionando o facto de o PSD não ser consequente com as suas próprias afirmações. Com São José Almeida

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Quinta-feira, 19 de Abril de 2007

Quem canta seus males espanta

 

Quem canta seus males espanta

Posted by: Friend Óscar Lino

     O Churchil não tinha canudo
     O John Major também não.
     O Jerónimo de Sousa é metalúrgico
     O Zé Socas é aldrabão.


     Se queres fazer uma casa
     Um arquitecto deves procurar
     Se queres construir um palheiro
     Com o Socas podes tratar


     Queixava-se o povo do Santana
     Achava-o maluco e incompetente
     Agora apanhamos o Socas
     Que "tirou o curso" na Independente


     Anda um gajo a queimar as pestanas
     Anos a fio no ensino estatal
     O Zé Socas que é um gajo ocupado
     Fez tudo numa manhã dominical...

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Terça-feira, 17 de Abril de 2007

Esta é a campanha que não acabou os estudos

Posted by: António Brito

Este artigo, remetido pelo Friend A. Brito até pode ser um pouco extenso, mas, acreditem que vale muito a pena. Acreditem que vale mesmo muito a pena.
Por acaso já pensaram na campanha publicitaria que anda a correr por ai a incentivar os portugueses a estudar e a valorizar os conhecimentos? É de louvar esta aposta do nosso governo. Mas, será que a dita campanha está a ser bem conduzida?... Em minha opinião não...
Sejam felizes e leiam o artigo até ai fim.
Your Friend jNeo


Esta é a campanha que não acabou os estudos
17.04.2007
, José Vítor Malheiros

É desprezível que se apresentem determinadas actividades profissionais como indignas e como exemplos negativos

 

A história é conhecida: um jovem sacristão trabalhava na sua aldeia para um pároco idoso que um dia morreu e foi substituído por um padre jovem e reformista. Este, mal chegou à paróquia, entregou ao sacristão uma lista de alterações a introduzir no serviço da igreja que lhe pediu que pusesse em prática. O homem, embaraçado, devolveu a lista ao padre explicando-lhe que não sabia ler e que, por isso, o padre teria de lhe explicar de viva voz o que quisesse que ele fizesse. O padre ficou estarrecido pela ignorância do homem e despediu-o, pois não podia ter ao seu serviço um analfabeto.
O sacristão, cabisbaixo, foi até à cidade para decidir o que fazer da sua vida. A dada altura quis comprar cigarros, mas reparou que na rua onde estava não havia nenhuma tabacaria. E o mesmo acontecia em todas as outras ruas do bairro. Decidiu agarrar nas economias e, em vez de tentar procurar novo emprego, abrir uma tabacaria de vão de escada. A tabacaria prosperou e transformou-se num amplo estabelecimento e a ela seguiram-se outras empresas que granjearam ao seu proprietário uma confortável fortuna. Um dia, recebeu a visita do seu advogado que lhe vinha pedir que lesse uns documentos. Ele teve de lhos devolver, explicando que não sabia ler. O advogado não pôde conter o espanto: "Mas se o senhor, sem saber ler, conseguiu chegar onde chegou, onde não estaria se soubesse ler?..." "Se eu soubesse ler", respondeu o abastado comerciante "era sacristão na minha aldeia."
A história tem várias morais e uma delas pode ser que nem a formação escolar é uma garantia de sucesso nem o empreendedorismo se aprende na escola.
Vem isto a propósito da campanha Novas Oportunidades, lançada pelo Governo, que "visa sensibilizar a população adulta para a importância da qualificação" e que se tornou notória pela utilização de várias estrelas (Pedro Abrunhosa, Judite de Sousa, Carlos Queiroz, Maria Gambina). A campanha mostra o "Pedro", a "Judite", o "Carlos" e a "Maria" a fazer aquilo que supostamente seria a sua profissão se "não tivessem acabado os estudos": a trabalhar como arrumador de uma sala de concertos, numa papelaria, a cortar a relva e a passar a ferro.
É certamente bom que o Estado português faça uma campanha para promover a aprendizagem e o regresso à escola. Mas é absolutamente desprezível que se apresentem determinadas actividades profissionais como indignas e como exemplos negativos, numa menorização das pessoas (dos cidadãos) que desempenham estas tarefas (cuja relevância social não é nula, diga-se) que é não só eticamente inadmissível como economicamente disparatada.
O problema em Portugal é precisamente que há imensas pessoas que não possuem competências nas suas áreas de actividade: temos comerciantes que não sabem fazer contas, lavadeiras que não sabem tirar nódoas, empregados de teatro que não sabem falar a um cliente e jardineiros que não sabem tratar de um relvado. O problema não é que haja pessoas a fazer isto (ou outra coisa) em vez de terem canudos. O problema é que há pessoas a fazer isto (ou outra coisa) mal feito.
Que os maus exemplos que a campanha do Governo tem para mostrar sejam estes (e não pessoas que desempenham mal a sua função por falta de competências, e não pessoas que se encontram desempregadas por não saberem fazer nada, e não delinquentes que não encontram outra forma de ocupação que não seja o crime, ou outra coisa qualquer) mostra algumas das piores facetas da cultura nacional: o desprezo pelo trabalho manual (que em Portugal é sempre visto como "não qualificado" ainda que o não seja), o desprezo pela manipulação material e a ideia de que a qualificação apenas existe nas profissões de "manipuladores de símbolos", a ideia de que a casta profissional a que se pertence é mais importante do que a competência que se possui no seu trabalho. São preconceitos que explicam em grande parte o atraso português.
A campanha é, finalmente, tanto mais tonta quanto a formação escolar pouco ou nada garante em termos de emprego - tal como acontece com o sacristão da história. Jornalista.

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publicado por Jneo às 19:25
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Another post from: Friend António Brito

Ia a Rainha Santa Sócretina na direcção de uma televisão para distribuir mais umas quantas mentiras em forma medidas de propaganda, na companhia na sua fiel Aia Mariana dos Olhos Lindos, quando inesperadamente lhe surge ao caminho o Rei D. Aníbal Silva e seus dois lacaios, Tony Borges e Ferreira Leite.
– Onde ides minha Rainha? – Perguntou ele com voz doce.
– Meu Senhor, ia só dar uma volta com a minha aia pelos Jardins do nosso país.
– Vós sabeis, Sócretina, que o reino passa por grandes dificuldades e que o povo não anda satisfeito. Não podemos andar sempre a distribuir-lhes mentiras.
– Meu Senhor Aníbal, vós já me haveis avisado disso e eu nunca vos desobedeceria.
– Não, minha Rainha? É que o amor que o povo vos tem mostrado nas sondagens é muito estranho. Não andareis vós a enganar-me e a distribuir mentirinhas nas minhas costas?
– Não seria capaz disso, meu Senhor. – Mentiu a Sócretina.
– Que levais então ai no vosso regaço?
Tudo parecia perdido. O seu regaço ia carregado de mentiras para distribuir pelo povo e só um milagre a poderia salvar. Sem saber o que fazer abriu os braços e lá de dentro, perante a surpresa de todos, caíram dezenas de diplomas.
– São diplomas, meu Senhor. São diplomas da U I.

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publicado por Jneo às 10:49
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Segunda-feira, 16 de Abril de 2007

Sócrates n'«Os Lusíadas»!

Mais um excelente Post remetido pelo Big Friend António Brito (Algarve e não allgarve...)

p.s." Desculpem o texto não estar formatado correctamente mas, com a pressa de vos mostrar... seguiu mesmo assim..."

Façam favor de ser Felizes.

jNeo

E agora o fantástico post:

                 (versão século XXI no BlogOperatório)


                   As equivalências e os termos  assinados,
                       Que na ocidental raia  Lusitana,
                    Por cursos nunca antes  frequentados,
                Passaram ainda além dos seis dias da  semana,
                       Em betão armado e pré-esforçado,
                  Mais do que prometia a desfaçatez  humana,
                   E entre gente bem mais douta  edificaram
                    Novo currículo, que tanto sublimaram;

                       E também as notícias  gloriosas
                     Daqueles feitos, que foram  omitindo
                A Lisura, a Hombridade, as Virtudes  valerosas
                   Das corporações que foram  destroçando;
                      E aquele, que por obras  viciosas
                Se vai da lei da respeitabilidade  libertando;
                   Sobranceiro, entre pares, no  plenário,
             Cantarei, se a tanto me ajudar o     engenho  sanitário.

 

publicado por Jneo às 09:53
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2007

O exemplo de Sócrates...

13.04.2007, Vasco Pulido Valente


Mais um fantástico post remetido pelo Friend: Antonio Brito (Algarve e não allgarve)


José Sócrates faz parte daquela geração que já "nasceu para a política".
A política (no PSD ou, depois, sob o patrocínio de Guterres) foi desde o princípio a sua única e autêntica carreira. O resto, a educação formal entrou por hábito, talvez por prudência e manifestamente pela necessidade de um estatuto "respeitável", que a política ainda hoje não dispensa. É hipócrita dizer, como se disse e ele próprio disse, que Portugal aceitaria sem reagir um primeiro-ministro com o secundário ou até com o título obscuro de "engenheiro técnico". Não aceitaria. E Sócrates, como é natural, tentou arranjar uma licenciatura para o que desse e viesse. Não o preocupou muito (e porque haveria de o preocupar?) se o ISEL e a Universidade Independente lhe dariam uma péssima ou excelente formação profissional. Para o que ele queria da vida, só interessava o papel.

Não lhe ocorreu com certeza na altura que o papel, só por si, valia pouco. Que a sua origem contava. Que a maneira como o tinha adquirido contava. Ou que as formalidades da sua concessão também contavam. Para um estranho à academia, coleccionar 55 cadeiras presumivelmente basta. Mas 55 cadeiras são 55 cadeiras. Não são um curso (no sentido literal de "caminho") que gradualmente transmite um método e treina uma cabeça. Nada mais lógico do que este engano. Sócrates tirou o seu verdadeiro curso no partido, na Assembleia da República, no Governo e na RTP (com Santana Lopes): e a campanha para secretário-geral do PS acabou, na prática, por ser uma espécie de doutoramento. Aqui houve ordem, desígnio, progressão; e "aproveitamento". Não no ISEL e na Universidade Independente.

Quanto à substância do "caso" em litígio, não é possível examinar uma a uma as peripécias que levaram à licenciatura de Sócrates. Só é possível, e além disso indispensável, deixar claro, cristalinamente claro, que nenhum estudante deve em circunstância alguma seguir o exemplo dele: um exemplo que, segundo Sócrates, revela "nobreza de carácter" e que anteontem ofereceu com "orgulho" aos portugueses. Ninguém que pretende genuinamente aprender anda a saltar de escola em escola, ou escolhe uma universidade porque "é mais perto", ou pede equivalências sob palavra, ou aceita o mesmo professor no mesmo ano para quatro cadeiras, ou se importa em especial com títulos. Sócrates simboliza tudo o que está errado no ensino que por aí existe. Como o acabrunhante espectáculo de quarta-feira, aliás, provou.

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publicado por Jneo às 16:59
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2007

Cartas ao Sr. primeiro-ministro

Caro Sr. primeiro-ministro,

 

Apesar de não ter votado em si, sinto que somos quase almas gémeas.

Não admira: temos muito em comum. Tal como o senhor, eu também não sou engenheiro. Enfim, apenas umas das muitas características que partilhamos. E é por isso, por sentir que somos feitos da mesma massa, que me desgosta vê-lo metido em confusões. Esta história da Universidade Independente, em que ninguém percebe se, afinal, o Sr. primeiro-ministro se licenciou ou não, é muito desagradável. Imagino que tenha prometido aos seus pais que acabaria o curso, e agora descobre-se que não o fez.

Para si não será propriamente novidade fazer promessas que acaba por não cumprir, mas uma coisa é o povo português, outra é a família. Não cumprir promessas feitas ao povo português durante a campanha eleitoral, normalmente, não tem consequências de maior, mas faltar ao prometido à mãe pode ter repercussões graves na vida de um político. Sobretudo se esse político gostar que a mão lhe leve um copinho de leite morno à cama. «Enquanto não acabares o curso, acabaram-se os miminho», pode a mãe dizer.

Um argumento que se rebate com dificuldade, até porque discutir com a mãe é bem diferente de litigar com o Marques Mendes.

As mães são muito mais tesas.

Além do mais, é importante não esquecer que a mãe do Sr. primeiro-ministro pode estar duplamente ressentida: como se não lhe bastasse a vergonha de ter um filho primeiro-ministro, agora já nem pode dizer às amigas que, ao menos, o José é engenheiro.

No entanto, como em tudo, há um aspecto positivo no facto de o Sr. primeiro-ministro não ter concluído a licenciatura. Há muito tempo que a nossa democracia não dava um sinal de vitalidade tão grande. O sr. é a prova de que qualquer um pode chegar ao segundo lugar mais importante do Estado: o nosso sistema político não discrimina ninguém por ter menos habilitações literárias.

Por outro lado, receio que este caso da Universidade Independente fique associado a si para sempre. Até pelas semelhanças de estilo que existem entre aquele estabelecimento de ensino e o seu Governo: há tantas trapalhadas na Independente que às vezes ficamos com a sensação de que a universidade é dirigida pelo seu ministro Manuel Pinho.

Mas a razão que me leva a escrever-lhe é a seguinte: apoio a sua intenção de submeter os funcionários públicos a exames de avaliação, e ir dispensando os menos capazes. Mas, para ganhar tempo e dinheiro, talvez um bom método fosse começar por dispensar os que têm menos habilitações. Imaginemos um funcionário público que não terminou a licenciatura em engenharia, por exemplo, esse era logo dos primeiros a ir para a rua.

É só uma dica.

 

Posted By: Friend António Brito (texto da autoria de Ricardo Araújo Pereira retirado da visão do dia 5 de Abril de 2007

 

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publicado por Jneo às 15:23
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Terça-feira, 3 de Abril de 2007

O Allgarve e José Sócrates

Começo por vos dizer que este texto, como todos do Eduardo Madeira, está simplesmente fantástico.

Vale a pena ler… vale mesmo a pena.

Este fantástico texto, faz-me recordar (já lá vão muitos anos) uma situação que aconteceu durante a votação de um Festival da Canção… quando chegou a vez do Algarve votar alguém de “lá” iniciou a sua apresentação/votação com um bastante vigoroso “BOA NOITE PORTUGAL!...”. E mais não digo.

 

Façam favor de ser felizes

 

jNeo

 

E agora o fantástico texto:

 

O Allgarve e José Sócrates

 

É um clássico da história, a expressão Reino de Portugal e dos Algarves. Ou seja, havia ali um enclave, um pedaço que não era bem Portugal, mas que era como se fosse. Tipo os doutores honoris causa. São doutores, não por o serem de facto, mas de uma forma honorária. Ou como o engenheiro Sócrates, que é engenheiro não porque o seja mesmo, mas porque acabou o curso na independente.

 

Com o tempo, tudo se esqueceu. O Algarve passou a ser português de pleno direito e o primeiro-ministro foi dado como engenheiro civil. E tudo estava bem. Até que alguém decidiu levantar uma lebre. Ou melhor, duas lebres. Mas interessa-me mais falar agora da primeira, a da portugalidade genuína do Algarve. Para que a confusão se instalasse de novo, bastou uma ideia tão peregrina quanto patética do governo no sentido de promover o turismo na região. Chamar ao Algarve de Allgarve. Isso mesmo. Como se mais uma vez aquela parte do país fosse um enclave, meio português meio inglês. A medida é, como já disse, patética. E ainda por cima, mesmo que possa surtir efeito junto dos turistas ingleses, é certo que esse efeito será anulado pelo anúncio da reforma de Zezé Camarinha. É azar.

 

Convém, de uma vez por todas, que Portugal considere que o Algarve faz parte do território nacional tal como a Beira Baixa ou o Minho. O Algarve é nosso. Por outro lado, o Allgarve é uma invenção completamente despropositada deste Governo que, pelo que se vê, está cheio de engenheiros. Mas engenheiros à lá Sócrates, obviamente.

 

Posted by: Trinity (texto da autoria de Eduardo Madeira retirado do jornal “Destake” )

 

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publicado por Jneo às 17:24
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