Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2007

Luís Represas (Vigarista?!!...)

LUIS REPRESAS, conhecido cantor em Portugal, serve-se disso mesmo para dar cobertura a uma vida de vigarices, calotes e burlas.
Por isso mesmo e por ser uma figura querida da comunicação social, ninguém publica as desgraças que este senhor com o seu sócio Cajó e as suas empresas têm feito a muita gente.

Sem saber da missa a metade, só quando da Expo98 com a abertura do Bugix,bar restaurante que esteve uns anos sempre cheio e que nunca ninguém percebeu porque fechou , o Bar Xafarix que também ninguém percebeu porque fechou e mais tarde ainda na Expo98 o Titanix que foi uma casa de utopia.

Pois este senhor praticamente nunca pagou rendas à Parque Expo que era o senhorio do Bugix e do Titanix e claro, foram uns milhares largos de contos que ficaram no bolso até que o obrigaram a fechar os estabelecimentos, mas pagar.....

Depois foram inúmeros fornecedores de tudo e mais alguma coisa que ficaram a ver "navios " mas receber.....nada...

Pior ainda foi quando traiu a confiança de amigos, de longa data, que além de lhe fornecerem materiais diversos, principalmente bebidas , ainda lhe foram fiadores de letras para compra de material para equipar o restaurante e que como é óbvio o senhor Luís Represas nunca pagou e os fiadores tiveram que pagar que é para isso que eles existem....

Agora o grave e ao mesmo tempo caricato deste Luís Represas é que foi interpelado por um desses amigos a quem a divida ultrapassa os 30.000? (trinta mil euros) foi falar com o Luís Represas a pedir o dinheiro porque estava a passar necessidades e o Luís não tem necessidade de o fazer passar por isso ao que ele respondeu, pedindo desculpa, que o amigo tinha razão e tinham de combinar uma forma de pagamento rápida.


Pois é, a forma rápida de pagamento do vigarista Luís Represas foi ir à Policia Judiciária fazer queixa do amigo a quem ele deve dinheiro (mas isso ele não disse à polícia) dizendo que tinha sido ameaçada a sua integridade física e que lhe tentaram extorquir dinheiro. Escusado será dizer que o amigo do Luís Represas foi hoje à Judiciária ser constituído arguido por esta queixa e quase mal tratado pois tinha tratado mal o menino Luís, a Policia não pode ter comportamentos diferentes antes de apurarem a verdade só porque o queixoso é conhecido... investiguem.

Faço daqui um apelo para que não comprem nada deste energúmeno nem assistam a espectáculos dele, estamos a alimentar um vigarista mafioso pelo que solicito a divulgação desta informação pelos vossos contactos....

 


 Posted by: António Brito (
Algarve…Algarve…Algarve…)

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publicado por Jneo às 11:24
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2007

OTA - Será construido sobre leito de cheia...

Mais um excelente post do Friend António Brito...

Desta feita falamos do "Novo Aeroporto da OTA"...
Sabiam que a zona onde se prevê construir o novo aeroporta (OTA) é uma zona de cheias????...
Já se falou dos terrenos do "Márocas", do meio ambiente, agora esta é que será o máximo.
Lá vão multiplicar o orçamento inicial do aeroporto por 5 ou 10... é a politica dos interesses à portuguesa!

Passem por Monte Gordo (Algarve) e "apreciem" o "belo" hotel do Sr. Almeida Santos... UM HOTEL MESMO EM CIMA DAS DUNAS!!!!!.....Também ninguém disse nada!!...

Eu, por mim, só queria estar 4 anos num "poleiro"...

Agora sigam o link, abaixo, para verem os terrenos do futuro aeroporto da OTA: http://www.alambi.net/ota2006.pps#267,2,Diapositivo%202


Façam favor de ser felizes.

jNeo

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publicado por Jneo às 18:35
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2007

Negócios & Estratégia

Artigo publicado no Jornal de Negócios - suplemento

jNeo comenta: Mais uma vez vamos ver se a velha máxima de que cada povo só tem o que merece se confirma (o desporto, os gestores, os politicos a saúde...). Espero que desta vez os gestores mostrem com serviço o seu peso em dinheiro...


Negócios & Estratégia:

Acabámos de sair de um ciclo de crescimento económico que durou cerca de cinco anos. Os mercados estiveram receptivos, houve dinheiro a circular em grande velocidade, fruto de um consumo desenfreado e de uma apetência por tudo o que era novo.
A especulação e o dinheiro fácil ajudaram
a criar a ilusão de riqueza que levou as famílias a endividarem-se acima do que seria racional.
As empresas vendiam e facturavam sem bem saberem como.
E este era o grande segredo, guardado a sete chaves pelos gestores de muitas empresas. Exactamente! O grande segredo era que muitos
gestores não sabiam porque razão as coisas corriam bem.
E é curioso acompanhar como a mentalidade desses gestores foi evoluindo ao longo da última década. Numa primeira fase não sabiam porque
lhes corriam os negócios tão bem, mas calavam-se, aceitando os parabéns, muitas vezes transformados em bónus chorudos, com um sorriso de falsa modéstia na face.
Depois os resultados continuaram a aparecer, claramente fruto de uma conjuntura externa muito favorável e os nossos heróis começaram a
convencer-se que, se calhar, a implementação das estratégias que não implementavam porque não as tinham, eram as responsáveis por
esse sucesso.
Ainda por cima as suas contas bancárias continuavam a crescer com «stock options», «phantom shares», «fringes» variados, mais-valias, despesas de representação, bónus, prémios extraordinários e cartões de crédito, por cima de salários principescos.
Era ver os nossos gestores a pressionarem os comerciais para darem mais, sem saber bem com que fundamento e os comerciais a dizerem que os seus números já eram muito puxados, mas também sem saberem porquê. É nesta
altura, mais ou menos ao fim de cinco anos de orçamentos e planos ultrapassados, que os gestores das nossas empresas começam a aceitar que são uns génios e que se o mundo existia a eles se devia.
É nesta fase que se verifica um fenómeno interessante de analisar.
Convencidos que são o centro do mundo, com o ego do tamanho de uma abóbora transmontana, começam a tornar-se prepotentes, autocráticos e arrogantes.
Compram carros de luxo, tornam a satisfação das suas birras o objectivo da empresa e passam a considerar os clientes uns chatos
(«O cliente é o nosso maior inimigo!» - dizia grandeloquente um DG meu conhecido).
Uma praga de pequenos ditadores sem escrúpulos nasce com que de geração espontânea, espezinhando os subordinados e humilhando os que estão abaixo.
Passam a usar a técnica de gestão de recursos humanos mais primitiva e desajustada que alguma vez se inventou e que parece que já nem para os cavalos resulta: a da cenoura e do chicote.
Sabem como é? Põe-se uma cenoura (ou um bónus) na ponta de um pau e depois usa-se o chicote. Claro que à medida que se avança, a cenoura (ou bónus) também avança e a vítima aguenta o chicote, as faltas de respeito e as humilhações com o pensamento nas contas que se poderão pagar quando se apanhar a cenoura. Esta técnica, usada sem parcimónia pelos
nossos gestores, parte do pressuposto segundo o qual apenas quem maneja o pau é esperto.
Mas os resultados apareciam, os crescimentos eram na casa dos dois dígitos e os gestores continuavam cada vez mais convencidos que eram os obreiros do sucesso e que a sua técnica, acima descrita, era a melhor.
Recordo duas empresas geridas por estes gestores «neo yuppies», em que os colaboradores tinham comentários deste tipo: «Isto se vendesse sapatos já tinha falido» ou «Isto dá este dinheiro todo mal gerido, imaginem o que daria se fosse bem gerido!» Temos que concluir que todos viam que o rei ia nu
menos o próprio.
Estes, cegos com o «seu» sucesso compram varas cada vez mais compridas e
chicotes mais grossos, quer para por a cenoura mais longe, quer para dar no
lombo dos subordinados cada vez mais endividados e, por isso, cada vez mais
necessitados de cenouras.

Agora, e sem ainda se saber porquê, as coisas já não correm bem. Os crescimentos não acontecem, as estratégias que não tinham já não dão resultado. Os gestores começam a não dormir e andar ansiosos.
Sentem que têm que fazer qualquer coisa e vêem-se obrigados a tomar medidas.
E a primeira medida é despedir os mais velhos, os mais caros e os mais rezingões.
Aqui é interessante tomarmos consciência que a maioria dos gestores que hoje
estão no topo, tinham cerca de trinta anos quando esta longa fase de prosperidade teve início. Isto significa que não têm experiência de gestão em tempos de crise. Que não sabem lidar com vacas magras
.
A sua única
experiência de gestão é com crescimento constante. E qual é a sua primeira e genial medida? Despedir o que viveram situações de crise e podem ter aprendido alguma coisa com elas, isto é, os colegas mais velhos.

Perante o desconhecido e não querendo dar parte fraca, agem como qualquer menino mimado a quem não dão o brinquedo. Fazem birra a tornam-se agressivos.
É o que está a acontecer em muitas empresas onde se gastam fortunas em indemnizações para rescindir contratos de trabalho de
colaboradores capazes e produtivos.

Por isso acredito que chegou a hora da verdade. É agora que se vai ver quem sabe e quem não sabe gerir. Estou na plateia para ver quem tem sabedoria, criatividade, conhecimento e preparação para aguentar a crise e sair dela
vivo.
É agora que os «neo yuppies» vão ter a sua prova de fogo. Acabou o recreio, chegou a hora de mostrarem se valem ou não o que ganham.

Artur Fernandes
Artigo publicado no Jornal de Negócios - suplemento
Negócios & Estratégia


PS: Penso que em 2005

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publicado por Jneo às 11:24
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