Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

A vergonha da Política e em particular deste marmanjo... é só tachos...tão sério que ele era

Mais um post do Friend Ant. Brito...

Sem mais, cá vai mais esta.


REPASSANDO A PEDIDO.

 

José Sá Fernandes, um malandrim na Câmara de Lisboa

 

SABIAM QUE este marmanjão custa ao orçamento da Câmara Municipal de Lisboa 20 880 euros por mês?

 

Pois é, para sustentar o tráfico de influências deste gajo andamos a pagar do nosso bolso a onze parasitas,

entre eles nove assessores técnicos, uma secretária e um coordenador de gabinete, além de um motorista

para o vereador, um motorista para o gabinete e um contínuo -- tudo a recibo verde.

 

"O Zé faz falta!" -- Faz? Claro que sim: faz a maior falta a estas 11 encomendas!

 

Se não vejamos:

 

CONTRATO PRESTAÇÃO SERVIÇOS - 11 PESSOAS

 

Nome - Função/Origem/Contrato - Categoria/Vencimento (euros)

 

Alberto José de Castro Nunes - Assessor (50%) Renovação - 1.530 ,00

 

Ana Rita Teles do Patrocínio Silva - Secretária (100%) Renovação - 2.000.00

 

António Maria Fontes da Cruz Braga - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00

 

Bernardino dos Santos Aranda Tavares - Assessor (100%) Renovação - 2.500,00

 

Carlos Manuel Marques da Silva - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00

 

Catarina Furtado Rodrigues Nunes de Oliveira - Assessora (100%) Renovação - 2.500,00

 

Maria José Nobre Marreiros - Assessora (50%) Renovação - 1.530 ,00

 

Pedro Manuel Bastos Rodrigues Soares - Coordenador do Gabinete (50%) Renovação - 1.730,00

 

Rui Alexandre Ramos Abreu - Secretário (100%) Renovação - 2.000,00

 

Sara Sofia Lages Borges da Veiga - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00

 

Sílvia Cristóvão Claro - Assessora (100%) Renovação - 2.500,00

 

 

 

DIVULGUEM  ESTE MAIL PORQUE O ZÉ mais estes Zezinhos e estas Zezinhas andam a enganar a malta só fazem falta a quem nele votarem!

 

E não se esqueçam de que este gabiru é vereador sem pelouro-- imaginem se alguma vez chegar a ter um!...

publicado por Jneo às 23:31
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007

O mistério das Estradas de Portugal

O Friend Ant. Brito, simplesmente está a arrasar com a concorrência no tocante ao envio de posts!...

Este é mais um daqueles que não pode ficar para depois…  segue já de seguida.

 

Estou a ver que hoje é um dia de muitas notícias....

 

 

O mistério das Estradas de Portugal

Ninguém ainda percebeu para que serve a transformação da entidade pública empresarial (EPE) em sociedade anónima (SA)

A nomeação de Almerindo Marques para a Estradas de Portugal foi a cereja no bolo de uma estratégia em tudo política para um problema que, na origem, é puramente financeiro. Quando, no final da manhã de sexta-feira da semana passada, o Expresso tentava perceber se o Governo estava seguro da solução encontrada para os prazos de concessão atribuídos à nova SA — numa altura em que se avolumavam as dúvidas de juristas quanto à sua legalidade —, foi-nos dito que “facto superveniente”, que seria conhecido durante a tarde, relegaria “para o passado” a polémica da semana.

E assim foi. Por umas horas, a ‘transferência’ para a Estradas de Portugal do gestor que conseguiu pôr ordem nas contas da RTP levou a melhor sobre a controvérsia em torno da nova empresa. O Governo garante que o facto de a escolha da nova administração ter ocorrido exactamente na mesma semana em que a polémica se encontrava ao rubro foi “mera coincidência”. Almerindo Marques, em entrevista à RTP, anteontem, confirmou que só fora convidado na quarta-feira — isto é, apenas dois dias antes de ser anunciada a sua nomeação.

Esta semana o assunto voltou à ribalta. No início da semana o deputado do PS Manuel Alegre dirigiu um requerimento a Mário Lino, questionando o ministro sobre o que teme ser “uma espécie de neofeudalismo, sob a forma de privatização encapotada”. A oposição aproveitou a votação do Orçamento (quinta-feira) para voltar à carga. E ontem, o ex-ministro das Finanças Campos e Cunha, no ‘Público’, considerou que a operação serve para angariar “receitas extraordinárias disfarçadas por uma sociedade anónima cujo único accionista é o Estado”.

Manuela Arcanjo, Ex-Secretário de Estado do Orçamento de Sousa Franco, afirma ao Expresso estar também com muitas dúvidas, e sublinha que “há uma total falta de transparência, e quando isso acontece existe sempre uma razão que o justifique.”

O antigo ministro socialista das Obras Públicas João Cravinho prefere não se pronunciar sobre diplomas que não conhece em pormenor. Mas revela uma certa preocupação com “a filosofia política que preside à concepção do Estado que esta inovação inaugura”. O mesmo sentimento encontrado pelo Expresso no ex-responsável pelas Obras Públicas, que preferiu não comentar publicamente a solução encontrada por Mário Lino. Mas admitiu que, “a partir daqui, esta é uma possibilidade que se pode aplicar a qualquer sector do Estado”. Está (re)aberto o debate sobre quais devem ser as funções do Estado. Perguntas ainda sem resposta Para serenar os ânimos, o Governo garante que o objectivo da passagem de EPE a SA “é única e exclusivamente agilizar a gestão”. E assegura que não está previsto generalizar esta solução a outros domínios do Estado que careçam de melhor gestão. Nesta altura, as dúvidas são ainda muitas. Não se sabe qual o prejuízo que a nova SA terá em 2008 e que está contabilizado no défice do Estado do próximo ano. No Parlamento, o ministro das Finanças recusou-se a revelar o valor — por considerar que pode prejudicar negociações em curso — e apenas revelou ser inferior aos 400 milhões de euros previstos para 2007. Outro dado ainda desconhecido, a ser publicado em breve no ‘Diário da República’, é a renda que o Estado receberá pela utilização das infra-estruturas rodoviárias.

Um dos pontos mais atacados pela oposição é a eventual abertura a privados do capital da empresa. “Quando se diz que o prazo de concessão é necessário para a recuperação do investimento, é pensar numa lógica de empresa privada”, lembra Arcanjo.

O prazo da concessão tem sido, de resto, um dos grandes pomos de discórdia. O decreto-lei das bases da concessão refere que termina em 2099 e o contrato aprovado em Conselho de Ministros prevê que acabe em 2082. C.F. e João Silvestre cfigueiredo@expresso.pt

Estradas de Portugal sem aval do Estado

Empresa só receberá as concessões que estão em vigor entre 2029 e 2037. Até lá, tem de viver com 600 milhões do ISP e financiar-se na banca

O novo modelo das Estradas de Portugal não terá o aval do Estado para operações de financiamento e endividamento. “O Estado declina responsabilidade nos financiamentos da actividade das Estradas de Portugal, nem dá garantias. A empresa é a única responsável pelo seu endividamento”, esclareceu o secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos. A EPSA vai receber 600 milhões da Contribuição do Serviço Rodoviário, um montante insuficiente para as suas necessidades.

Entretanto, o presidente da RTP, Almerindo Marques, foi escolhido para presidir às Estradas de Portugal, de acordo com uma nota oficial.

O imbróglio do prazo de concessão

92 anos acabaram por ser apenas 75. O Governo garante que sempre esteve previsto ser assim. A oposição fala em recuo O Governo garante estar “muito seguro” das decisões tomadas em relação ao prazo de concessão dado ao Instituto das Estradas de Portugal — objecto de acesa polémica esta semana. “Foi tudo muito ponderado”, diz fonte do gabinete do primeiro-ministro recusando a teoria, ontem sustentada pelo ‘Semanário Económico’, de que a resolução aprovada quarta-feira em Conselho de Ministros seja “ilegal”.

A resolução fixa em 75 anos a concessão da rede rodoviária nacional ao IEP, depois de o decreto-lei que regula as bases gerais do regime de concessão (assinado em Conselho de Ministros a 27 de Setembro, mas apenas publicado em ‘Diário da República’ na terça-feira) referir que esse prazo é de 92 anos. Juristas ouvidos pelo ‘Semanário Económico’ garantem que uma resolução aprovada em Conselho de Ministros não se pode sobrepor a um decreto-lei. O imbróglio começou na semana passada quando, questionado por Francisco Louçã, no debate do Orçamento do Estado, o primeiro-ministro garantia que o prazo não estava ainda fixado — escassos dias antes de ser publicado o decreto que refere 2099. Louçã fala agora em “recuo do Governo perante a pressão da opinião pública”. O Executivo diz que isso é “chicana política”: garantindo que as bases da concessão começaram a ser trabalhadas há cerca de um ano e que a baliza de 2099 foi meramente indicativa (tendo por meta o final do século), o Governo explica que se o prazo fixado no contrato encurtou 17 anos foi porque essa foi a conclusão a que chegaram os estudos económico-financeiros (que se inspiraram no modelo habitualmente utilizado para as grandes obras públicas) e não por razões políticas. O BE, aliás, continua a entender os 75 anos como “um inaceitável longuíssimo período”. O PSD prepara um ataque “veemente’’ à decisão do Governo (a expressão é do líder do partido) e já agendou para dia 29 um debate no Parlamento sobre o assunto. Luís Filipe Menezes pediu a Jorge Costa, ex-secretário de Estado das Obras Públicas de Durão Barroso e Santana Lopes, para ir à Comissão Política do partido fazer uma exposição sobre as Estradas de Portugal e, no final, acusou o Governo de estar a recorrer a expedientes de desorçamentação, de forma pouco clara.

O social-democrata Miguel Relvas, Ex-presidente da comissão Parlamentar de Obras Públicas, criticou a estratégia do seu partido por deixar a dianteira da oposição a este caso ao PCP e ao BE. E Santana Lopes respondeu-lhe que deveria ter sido ele a chamar a atenção para a situação das Estradas de Portugal — “deve haver algum erro, quem tinha este dossier era ele”, afirmou o líder parlamentar. Até dia 29 o PSD deverá apenas carregar baterias para a interpelação ao Governo.

Governo passa teste sob fogo cerrado

A maioria socialista aprovou o documento com votos contra da oposição. As principais críticas ao OE vieram de fora do hemiciclo

O Governo valeu-se da maioria absoluta para aprovar o Orçamento do Estado na Assembleia da República mas não saiu incólume do debate. Não tanto pela acção da oposição, que centrou as críticas na transformação da Estradas de Portugal em sociedade anónima e nos impostos, mas por ‘ataques’ que vieram do exterior. E todos esta semana.

Primeiro, na quarta-feira, a Provedoria de Justiça divulgou um relatório onde denunciava algumas práticas abusivas da Administração Fiscal. Para o CDS, que se apresentou no debate como o partido do contribuinte com um conjunto de propostas nesta matéria, o tiro não poderia ter sido mais certeiro. O Fisco está agora debaixo de fogo cerrado e a sua imagem acabou por sair beliscada.

Na quinta-feira, em entrevista à revista ‘Visão’, o procurador-geral da República criticava violentamente o diploma das carreiras da Administração Pública que foi esta semana enviado para Belém. Pinto Monteiro insistia que tratar os magistrados como funcionários públicos punha em causa a sua independência e ameaçava mesmo bater com a porta.

O Governo acabou por introduzir uma alteração no Orçamento que garante que os magistrados estarão sujeitos, antes de mais, aos seus estatutos. Foi o suficiente para o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, dizer ontem à agência Lusa que “o problema está ultrapassado”.

Na quinta-feira à tarde, foi a vez do ex-ministro das Finanças socialista, Guilherme d’Oliveira Martins, dar uma ajudinha à oposição. O Tribunal de Contas enviou para a Assembleia da República um relatório onde arrasa as contas do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Diz o documento que os números apresentados por Correia de Campos não dão uma imagem verdadeira da situação financeira e que subavaliam as dívidas do SNS e dos 35 hospitais-empresas.

Pequenas alterações No final, o Governo acabou por aceitar pequenas alterações ao documento com base em exigências dos partidos da oposição. Perante as várias propostas do CDS na área fiscal, com vista a defender os contribuintes dos abusos da máquina fiscal, aceitou aprovar o pagamento automático de juros de mora sempre que o Estado se atrase nos pagamentos aos contribuintes.

Das sugestões do Bloco de Esquerda, aprovou os subsídios e licenças de maternidade para os contratados, a redução do IVA em alimentos como tofu ou seitan e o aumento dos benefícios fiscais para os edifícios que promovam a utilização eficiente da energia.

No final, saiu com um Orçamento votado por maioria mas com muitas dúvidas sobre os números apresentados. A Estradas de Portugal promete continuar a alimentar polémicas, o Fisco vai permanecer sob apertado escrutínio e Correia de Campos ainda terá que explicar os números do seu Ministério que agora não quis comentar por não ter lido o relatório.

João Silvestre jsilvestre@expresso.pt

Novo gestor da RTP promete continuidade

Guilherme Costa aceitou ontem o convite para substituir Almerindo Marques feito pela tutela oito dias antes

O Governo não perdeu tempo a substituir o presidente da RTP. Logo que Almerindo Marques aceitou o cargo de presidente do conselho de administração das Estradas de Portugal (quinta-feira da semana passada), Santos Silva contactou Guilherme Costa e convidou-o para ser o novo presidente da estação pública até 2011. Ontem de manhã — apenas oito dias depois do convite — o gestor aceitou. Ao Expresso prometeu “dar continuidade ao excelente trabalho” já feito pelo seu antecessor. Mas não quer adiantar pormenores.

“Considero-me um gestor profissional”, diz o indigitado presidente da RTP, natural do Porto, que aos 56 anos decidiu aceitar “um projecto profissional estimulante” que consiste em gerir os destinos da televisão e da rádio públicas durante os próximos três anos de mandato. Isto, apesar de a sua carreira ter sido quase sempre feita longe da área da comunicação social ou do sector público empresarial.

Administrador de várias empresas do grupo Sonae e da Portucel, passou pela banca e o seu único contacto com o sector público terminou em 2000, quando deixou a administração do ICEP e do Fundo para a Internacionalização da Economia Portuguesa (FIEP). Em Abril de 2007, foi convidado por Pinto Balsemão a integrar a administração da Impresa e nos sete meses de trabalho foi administrador não-executivo e membro da Comissão de Auditoria.

Tido como um gestor próximo da área socialista, Guilherme Costa garante nunca ter tido “qualquer ligação partidária”. Recusa adiantar quaisquer pormenores sobre o seus planos para a RTP e RDP, garantido, porém, que “as questões políticas e partidárias não são aqui o tema: este é um projecto profissional interessante”, conclui.

Os elogios ao trabalho de Almerindo Marques levam-no a garantir querer “dar-lhe continuidade”. Mas, “em gestão empresarial há sempre mais a fazer e a empresa tem os recursos e as pessoas necessárias para fazer mais e melhor”.

Guilherme Costa inicia funções em Janeiro próximo. Não revela qual a sua equipa, nem se manterá em funções alguns dos administradores convidados por Almerindo Marques. Entretanto, ontem, Luís Marques, Ponce Leão e Costa e Silva renunciaram aos seus cargos alegando a necessidade de “facilitar a transição”. Garantem, porém, a gestão corrente da empresa até à chegada do novo conselho de administração. Uma solução para dois problemas A saída de Almerindo Marques acabou por ser um ‘ovo de Colombo’ para o Governo que, ao mesmo tempo que encontrava o gestor de rigor exigido pelas Estradas de Portugal, “resolvia o problema na RTP” — no desabafo de fonte governamental, admitindo que o processo José Rodrigues dos Santos teve o seu peso na decisão. É sabido — o próprio Almerindo o confirmou, na entrevista a Judite de Sousa, na quinta-feira — que Augusto Santos Silva teria já iniciado o processo da sua recondução por mais um mandato. Mas o mal-estar gerado pelo controverso processo disciplinar ao pivô levou o Executivo a optar por retirá-lo do ‘cenário de guerra’. E a aproveitar os seus reconhecidos dotes de gestor (antes da RTP estivera na CGD) para uma casa que precisa tanto de ordem nas contas como a televisão pública precisava em 2002.

Rosa Pedroso Lima com Cristina Figueiredo

rlima@expresso.pt

Durão cumpre etapas para a reeleição

Barroso recebe apoio de Sócrates para um 2.º mandato na semana em que se justifica sobre ‘erros’ no Iraque

O famoso calculismo de Durão Barroso voltou a dar sinal, desta vez no âmbito da cuidada estratégia já em marcha com vista à sua permanência em Bruxelas.

Apostado na reeleição como Presidente da Comissão Europeia — ou (quem sabe?) na eleição para presidente do Conselho Europeu, se uma reviravolta nas europeias de 2009 der vantagem aos socialistas —, Barroso percebeu estar na hora de limpar a mais amachucada folha do seu currículo: o apoio português à invasão militar no Iraque. E aproveitou uma passagem por Barcelona, onde foi receber um prémio, para, num salto a Lisboa, dar uma entrevista pedida pelo ‘Diário de Notícias’ onde reconhece ter avançado para a cimeira dos Açores na base de “informações erradas”.

O «mea culpa» já tinha sido cumprido pelos três parceiros do ex-primeiro-ministro na cimeira das Lajes, mas o momento escolhido por Barroso não podia ser mais oportuno.

A meio do mandato em Bruxelas e a viver um ‘clima de lua-de-mel’ com José Sócrates no âmbito da presidência portuguesa da UE e da negociação do Tratado de Lisboa (que o presidente da Comissão sublinha ter sido “protagonizado por dois portugueses: o primeiro-ministro (PM) e eu próprio”), Durão deu as explicações que o PS há muito esperava. E o brinde não tardou: quatro dias depois, questionado sobre a primeira metade do mandato de Durão Barroso, o PM formalizou o apoio do Governo português à sua recandidatura.

Mas a estratégia de ‘namoro’ não passou despercebida ao PS, cujo porta-voz, Vitalino Canas, afirmou ao Expresso que “Durão Barroso já decidiu que quer um segundo mandato e percebeu que será o PS que terá de o patrocinar”.

Está assim cumprido um passo vital da estratégia que, não sendo surpresa, teria que se cumprir. Apesar dos remoques que, para consumo interno, o socialista José Lello fez questão de ditar para a acta: “Ele já devia ter dito isto há mais tempo”.

Mais radical, Ana Gomes vê nas palavras de Durão Barroso a tradução da sua “típica atitude de pensar em todos os cenários e jogar em todos os tabuleiros”. E alinha com a eurodeputada do PC, Ilda Figueiredo, que se considera “chocada” pela maneira como o presidente da Comissão “confunde interesses pessoais e do país”, ao afirmar que o apoio português à guerra não foi prejudicial a Portugal, porque pouco tempo depois foi convidado para o cargo que agora ocupa.

O PCP e o BE concordaram, acusando o ex-primeiro-ministro de “ligeireza” na forma como tenta pôr-se de fora da decisão de invadir o Iraque, mas, no PSD, a entrevista foi considerada na «mouche», até na perspectiva de um regresso de Durão à cena política interna. Mais cedo ou mais tarde, ela acontecerá, com as presidenciais na mira.

José Correia, ex-Chefe de gabinete de Barroso e actual deputado do PSD, considera que as justificações do ex-primeiro-ministro foram oportunas e bastantes para lhe limpar o currículo: “O que seria nódoa era tomar uma decisão errada com base em factos verdadeiros. O que aconteceu foi tomar uma decisão certa com base em factos errados”. Não há dúvida: Barroso pesou as palavras ao milímetro.

O presidente da Comissão sabe que, apesar dos apoios que actualmente concita a nível europeu para repetir o mandato, seria “um suicídio político” anunciar agora essa intenção. A chancelaria Angela Merkel, o presidente francês Nicolas Sarkozy, o dinamarquês Rasmussen e o britânico Gordon Brown estão entre os seus apoiantes, mas muita coisa pode acontecer até 2009 e qualquer deslize poderá ser fatal para as suas pretensões.

“Enquanto não tiver um perfil excessivamente alto, tende a ter o apoio geral”, diz Miguel Portas. Para todos os efeitos, o seu destino será definitivamente traçado na cimeira de Dezembro de 2008, sob a presidência da França, na qual Sarkozy quer deixar ‘atados’ os nomes dos futuros líderes das instituições europeias nos próximos anos. Ângela Silva, Luísa Meireles e Sílvia Martinez

em Bruxelas asilva@expresso.pt

 

 

publicado por Jneo às 19:23
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Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

País do faz de conta....

Meste momento tenho muitos posts em carteira para vos mostrar, no entanto este que vos apresento, remetido pelo Friend Ant. Brito, passou logo à frente dos restantes...

Ora cá vai disto:



Vale a pena ler até ao fim, este artigo de Clara Ferreira Alves

 

 

*A Justiça criminosa*  por Clara Ferreira Alves

In Pluma Caprichosa *Segunda-feira, 22 de Out de 2007

 

 

 

Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso.

 

Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.

 

Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia que se sabe que nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.

 

Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.

 

Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços do enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.

 

E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogues, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.

 

 

Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muito alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?

 

Vale e Azevedo pagou por todos.

 

Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.

 

Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.

 

Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?

 

Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?

 

Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?

 

Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?

 

Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?

 

Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.

 

No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não substancia.  

 

 

 

E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu?

 

E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?

 

E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente"importante" estava envolvida, o que aconteceu?

 

Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.

 

E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?

 

E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?

 

O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.

 

E aquele médico do Hospital de Santa Maria suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?

 

E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.

 

Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.

 

Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.

 

Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa e contra isto o PS e o PSD que fizeram? Assinaram um iníquo pacto de justiça.

 

Mail to: unica@expresso.pt  

 

 

publicado por Jneo às 21:03
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Sábado, 24 de Novembro de 2007

Carta a um "tal" ministro...

Recebi um post de dois Friends (Oscar L. e Sofia G.)...

Palavras para quê?...

Cá vai o post



  Ex.mo Senhor Ministro das Finanças 

 

Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I . 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V.Ex.a para lhe fazer uma proposta: 

A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, foi vítima de CANCRO DE MAMA em 2004, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma.  

Por esta "coisinha" sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.  

Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância.  

Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte: 

a) A devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Ex.ª que, com os meus cumprimentos o dará à sua Esposa ou Filha.  

b) Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda:

1.     Os seis (6) tratamentos de quimioterapia.  

2.     Os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.  

3.     A angustia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.  

4.     Os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo).  

5.     Ansiedade com que são acompanhados estes exames.  

6.     A angústia em que vivemos permanentemente.  

Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer.  

Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo. 

Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V.Ex.a que darei conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras... 

Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender.  

Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal...) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe. 

 

Atentamente

19/Outubro/2007

 Victor Lopes da Gama Cerqueira

publicado por Jneo às 00:32
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007

Blá Blá Blá...

O meu Amigo JFerreira, enviou-me um post bestial que prova que, afinal, a lingua portuguesa não é nada complicada...

Ora cá vai disto:

  **Para parares de dizer que a Língua Portuguesa é
complicada, lê em voz alta:**

        Três bruxas olham para três relógios Swatch.
Qual bruxa olha para qual relógio Swatch? 
        **E agora em inglês:**

        Three witches watch three Swatch watches. Which witch watch which Swatch watch.

        
**Foi fácil? Então agora para os especialistas:**

        Três bruxas suecas e transsexuais olham para os botões de três relógios Swatch suíços. Qual bruxa sueca transsexual olha para qual botão de qual relógio Swatch suíço?

        
**E agora em inglês:**

        Three Swedish switched witches watch three Swiss Swatch watch switches. Which Swedish switched witch watch which Swiss Swatch watch witch?

        
**Conseguiste?**

        Não, então pronto. Pára de dizer que a Língua Portuguesa é
        complicada!

publicado por Jneo às 18:56
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Sábado, 17 de Novembro de 2007

Quem quer agradar a todos... perde!...

É uma história bem conhecida de todos mas que vale a pena ser recordada.

Desta feita, foi o Rodrigo Silva que que me remeteu este post...

O velho, o rapaz e o burro

 

   Um homem ia com o filho levar um burro para vender no mercado.
– Ó homem, o que você tem na cabeça para levar um burro estrada fora sem nada no lombo enquanto você se cansa? – disse um homem que passou por eles.
   Ouvindo aquilo, o homem montou o filho no burro, e os três continuaram seu caminho
– Ó rapazinho preguiçoso, que vergonha deixar o seu pai, um velho, andar a pé enquanto vai montado! – disse outro homem com quem cruzaram.
  O homem tirou o filho de cima do burro e montou ele mesmo. Passaram duas mulheres e uma disse para a outra:
– Olhem só que egoísta! Vai o homem no burro e o filhinho a pé, coitado...
  Ouvindo aquilo, o homem fez o menino montar no burro na frente dele. O primeiro viajante que apareceu na estrada perguntou ao homem:
– Esse burro é seu?
  O homem disse que sim. O outro continuou:
– Pois não parece, pela maneira como o senhor trata o bicho. Ora, o senhor é que devia carregar o burro em vez de obrigar a carregar com duas pessoas.

  No mesmo momento, o homem amarrou as pernas do burro num pau e lá foram pai e filho, aos tropeções, carregando o animal para o mercado.

  Quando chegaram, toda a gente desatou a rir, a rir tanto que o homem, enfurecido largou o burro, pegou no filho pela mão e voltou para casa.


Moral da história:

Quem quer agradar a todos não agrada a ninguém.

 

 

sinto-me:
publicado por Jneo às 15:55
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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007

Plano Tecnológico

Já TODOS sabemos que os governos, por regra, dão um "chouriço" para que o povo lhes entregue um "porco gordo"... sempre assim e será.

O Povo aperta o cinto e "eles" mudam de carrinhos de luxo como quem muda de camisa...

Entre outras cenas tristes estão os "computadores" entregues por "150Euros"...

Pois reparem no post seguinte remetido pelo Friend Ant. Brito (Algarve... que saudades!!..)

A famigerada demagogia socialista ! Aliás:-conversa da treta para enganar parvos !
 
 
                 D I V U L G A R 

Quinta-feira, 2 de Agosto de 2007

A ENTREGA DOS PORTÁTEIS...

País assistiu, há dias, a mais um «show» do governo socrático.
Todos os membros do governo participaram na «distribuição» dos computadores pelo formandos das Novas Oportunidades.
As capitais dos distritos deste país ficaram em festa!!!
Qual campanha da Farinha Amparo ou da pasta dentífrica Couto.
Um show on maior que o último Potter e só mesmo comparado às patéticas aventuras do Noddy.

360 portáteis entregues com os altos patrocínios da PT.

Claro, de quem havia de ser? 

 

Imagine-se os custos de toda a propaganda para, antes das férias, se fazer a entrega dos computadores...
Mas deixemos o show off de um Ministro da Saúde a distribuir computadores e a esquecer os encerramentos dos SAP's.

Vamos ao engodo, aliás duplo engodo.

 

O primeiro engodo.


A TMN e, nos próximos meses serão as outras operadoras, lucram a bem lucrar com o «negócio».
Um formando «adquire» o famigerado portátil pela quantia de 150€.
Mas, e há sempre um mas, lá estão as letras pequenas do contrato que dizem tudo.
Fidelização à rede TMN - light - que só permite uma velocidade até 384 Kbps, ou seja pior que uma tartaruga grávida; limite de tráfego, 1Gb, atenção às conversas on-line, lá se vai o limite .

Pensavam que isto era tudo de borla?

Mas, há mais.


A fidelização à TMN, de pelo menos um ano, obriga, para além de outros custos, a uma mensalidade de 15€.

Ou seja os tais 150€ mais os 12 mensalidades a 15€ dá o valor de 330€.
Tudo quanto o formando vai pagar à TMN e às outras operadoras.

Mas, se para os formandos das Novas Oportunidades o caso nem pode parecer muito dispendioso, veja-se agora o caso dos alunos do básico e do secundário.

Custo inicial do portátil, os mesmos 150€.
Só que agora, as mensalidades sobem para 17€ 50 cêntimos sendo que a fidelização «aumenta» para 3 (três anos), mantendo-se a mesma banda light.
Ou seja o tão anunciado portátil ficará pelos 800€, o preço de compra de um portátil sem IVA.
Curiosidade das curiosidades, o custo para professor é o mesmo do aluno do básico ou do secundário.
Dá para perceber?
Que o governo esteja empenhado em levar a tecnologia às escolas, é de louvar.
Mas, já não o é, quando não se realiza um concurso público, omitindo por completo as empresas nacionais na área da tecnologia e as universidades. Os governantes decidiram que era melhor «negociar» com a Microsoft que, por exemplo, realizar um concurso público aberto às empresas e universidades nacionais e, porque não, também aberto às empresas estrangeiras.
Assim sendo, o Estado vai adquirir 240 mil licenças do Microsoft Windows Vista Home Basic e do Microsoft Office Home 2007 e Microsoft Office Student 2007.
Duzentos e quarenta mil!
É um número considerável.

Agora imaginem que o Estado paga as cópias ao preço exorbitante do mercado.
Se uma cópia do Microsoft Windows Vista Home Basic custar à volta de €200, dá um valor na ordem dos €48 000 000.
Agora vamos ao Microsoft Office; se uma cópia custar, mais ou menos, €180, as 240 mil cópias custam algo como 43 200 000€.
Se juntarmos tudo, dá uns assustadores €91 200 000.
Tudo isto dos nosso bolsos.
Fantástico!

Mas ainda há mais.


Temos a e.professores, para a qual vão ser adquiridos 150 mil
computadores.
Como é óbvio, os professores vão ter que utilizar o mesmo software dos alunos.
Se assim for, são mais 150 mil cópias do Windows Vista e do Microsoft Office 2007.
Façam as contas.
Temos vários projectos portugueses ligados a software; alguns desenvolvem sistemas operativos, como é o caso do projecto Caixa Mágica.
Temos a Universidade de Évora, que está por detrás do Alinex.
Estes dois projectos, entre outros projectos nacionais, são sólidos, estáveis, seguros e, acima de tudo, gratuitos!
Gratuitos, senhores do governo.
Sabiam?
Quer dizer à borla!!
Não têm que pagar uma exorbitância em licenças.
Se apostassem na tecnologia nacional, bem que podiam agarrar o dinheiro que ia sobrar, para apoiar a investigação científica.
Não acha senhor ministro Gago?
Mas para quê poupar dinheiro e ficar melhor servido…
Isso são coisas de países de terceiro mundo.
Nós, em Portugal, gostamos de ter um programa chamado Novas Oportunidades, mas não as gostamos de dar.
Fica só o nome, porque é show off.
Portugal não tem necessidade de dinamizar a economia nacional; a nossa economia é a mais sólida da Europa, não precisamos de investimento nacional.
Não precisamos de apoiar os nossos investigadores.
A parceria com a Microsoft não é à toa.
Não se esqueçam que Portugal detêm a presidência europeia e que a Microsoft tem tido bastantes problemas com a UE.
Não é preciso ser um geek nem um nerd, nem sequer um wanna be para perceber quem ganha com todo este «esquema» das oportunidades.

Segundo engodo .


O governo vem dizer que o projecto Novas Oportunidades é um desafio de qualificação.
Qualificação?
O insucesso de certas políticas é condição de sucesso de outras...
Nada se cria, nada se perde...
O incentivo «Novas Oportunidades» não é mais do que uma forma de retirar pessoas ao mercado de trabalho, reduzindo o número de desempregados efectivos, permitindo ao Governo apresentar gráficos com descida da linha do desemprego, o que não significa directamente que o número de empregos subiu, ou mesmo o PIB.

Que qualificação?


Um processo «baseado» num, e passo a citar informação sobre Novas Oportunidades, «Desenvolvimento de um sistema baseado num Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) é um processo através do qual são reconhecidas as aprendizagens que os adultos desenvolvem ao longo da vida, nos vários contextos em que se inserem, desde que sejam passíveis de gerar conhecimentos e competências.
Através deste procedimento, os interessados podem aceder a um certificado, emitido com base no que aprenderam pela experiência de vida, fora dos sistemas formais de educação e formação.
Pretende-se, desta forma, aumentar o nível de qualificação e de empregabilidade dos adultos activos, incentivar a formação ao longo da vida e promover o seu estatuto social».

Ou seja, um sistema de ensino dentro de outro sistema de ensino, com claro prejuízo da qualidade.
Obter um certificado do 9.º ano ou do 12.º ano com base no «percurso de vida» é no mínimo comparável à quarta classe de adultos, de há uns anos atrás.

Qualificar o quê e quem?
Vamos, seguramente, passar de um país de baixa escolarização, para um país de péssima qualificação.

Quem ganha com tudo isto?
A propaganda governamental, que vai apresentar na UE valores fictícios da escolaridade dos portugueses; as empresas «amigas» que «facilitam» a tecnologia; os números do desemprego que baixam «artificialmente» para glória do «estado da nação».

Continuaremos a ser um país de mão-de-obra pouco ou nada qualificada, que servirá apenas interesses de empresários habituados à exploração da força humana e pouco ou nada interessados em massa cinzenta crítica, inventiva e participativa.

Os licenciados e os realmente qualificados, para esses o desemprego ou a fuga para outras paragens será a solução.

Não interessam às empresas e muito menos são considerados nas «Oportunidades»

 

publicado por Jneo às 22:58
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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

INACREDITÁVEL -VALE A PENA LER

Tenho hoje dois post's.

O primeiro post foi remetido pela Dear Teresa Casanova e vale a pena ler mesmo...

O segundo, remetido pelo Friend Oscar Lino... perigosamente real e perigoso...

 

Não deixem de ler os dois até ao fim... e, façam favor de ser felizes.

 

jNeo

Primeiro Post:

Um dia nasci... um dia morrerei... e nada levarei... mas estou realmente vivendo?



Segundo post:

INACREDITÁVEL -VALE A PENA LER


Olá a todos,

 

Na Quarta-feira dia 31 de Outubro, véspera de feriado, vim deixar os meus dois filhos do meio (tenho 4 filhos), de 5 e 4 anos, a casa por volta das 18.30 com a minha empregada que estava em casa com a mais pequena e voltei a sair para ir tratar de uns assuntos pessoais. Eram mais ou menos umas 19.00, quando recebo uma chamada de casa no meu telemóvel; era a minha empregada a perguntar-me se eu tinha pedido a alguém para vir buscar os meus filhos de 4 e 5anos, eu fiquei um bocado confusa na altura, e disse-lhe que não mas porquê, ela respondeu-me que estava um homem no intercomunicador do prédio a dizer que vinha buscar os meus filhos e que tinha mesmo dito o nome deles, comecei a ficar cada vez mais assustada e disse-lhe para lhe perguntar quem era ele e quem o tinha mandado ao que ele respondeu dizendo que era o João Pereira e que tinha sido a D.Marta (eu) que lhe tinha dito para vir buscar os meninos; ela ia-me contando tudo mas com o intercomunicador desligado, para ele não perceber e eu pedi-lhe para ela lhe perguntar para onde ele queria ir, porque estava na esperança que ele se tivesse enganado no andar e que por muita coincidência houvesse alguém com o mesmo nome que eu e com duas crianças com os mesmos nomes que os meus filhos, mas a minha empregada percebeu que era para lhe perguntar para onde ele ia com as crianças e quando ela fez essa pergunta, quem estava lá em baixo, não respondeu mais e ela ouviu um barulho que possivelmente era a porta da entrada a bater (talvez de alguém que tinha saído).

Claro que fui directa à esquadra mais próxima de casa, onde me disseram que não podiam fazer nada, nem tirar impressões digitais, nem sequer apresentar queixa porque, uma tentativa de rapto, não é considerado um crime e que a responsabilidade é toda dos pais, etc etc etc….basicamente além de me ter assustado ainda mais dizendo que estes casos são mais comuns do que se pensa, perguntaram-me a que Jardins públicos eu ia, ao que respondi ao Jardim da estrela e ao jardim da parada em campo de Ourique,  e o Polícia disse-me que tem pedófilos referenciados nestes Jardins e que ele próprio já tinha visto um homem a tirar fotografias a crianças que não lhe eram nada……………Enfim isto para dizer que o perigo é bem mais real do que aquilo que eu pelo menos imaginava!

 

E é por isto que mando este mail com esta história inacreditável que se passou comigo e que como é obvio me deixou bastante assustada e muito preocupada.

Fomos aconselhados a ir directamente à polícia Judiciária e é o que vamos fazer amanhã, fora isto não há muito mais a fazer a não ser espalhar esta história pelo máximo numero de pessoas possível, 1º para estarmos todos com muita atenção porque pelos vistos isto não se passa só nos filmes e depois porque tenho esperança que alguém já tenha ouvido um caso parecido e me possa dizer alguma coisa ou ajudar de alguma maneira!

 

Peço por isso que espalhem este mail por todos os vossos conhecidos e amigos e que se alguém souber de alguma coisa me responda para o meu e'mail.

 

Obrigada,

 

Marta Lino

publicado por Jneo às 22:28
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Sábado, 10 de Novembro de 2007

Culpado ou Inocente...

Este post chegou-me de Coruche pela "mão" do Friend Oscar L.

Aquele abraço Amigo Óscar.

Cá vai o interessantíssim post/história que dá para pensar...


Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca.

Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas hipóteses de sair vivo desta história.

O juiz, que também foi comprado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que este provasse a sua inocência:

·        Sou de uma profunda religiosidade, tal como você, e por isso vou deixar a sua sorte nas mãos do Senhor: Vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá o seu destino.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance de o acusado se livrar da forca.

Não haviam alternativas para o pobre homem.

O juiz colocou os dois papéis numa mesa e mandou o acusado escolher um.

O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a "vibração", aproximou-se confiante da mesa, pegou num dos papéis e, rapidamente colocou-o na boca e engoliu-o.

Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem, e o juiz, rispidamente, interpelou-o:

·        Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber o seu veredicto?

Então o homem, calmamente, respondeu:

Ø É muito fácil! Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei de engolir o que dizia o contrário.

Imediatamente o homem foi liberado.

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até ao último momento.

Saiba que, para qualquer problema, há sempre uma saída.

Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar.

Vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir.

 

publicado por Jneo às 20:36
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Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

Separe-se e ganhe (muito) dinheiro!...

Amigos,

Este post, mais uma vez fantásticamente remetido pelo Freind António Brito, mostra "tim-tim por tim-tim" que é melhor não ter "familia" neste país.

Por favor, ler e divulgar...

Só uma pequena nota, caso pretandam receber  o ficheiro "Excel" com o estudo detalhado, não hesitem e peçam AQUI


Exmos Senhores
 
Junto se envia estudo que mostra os enormes ganhos que um casal obterá se se separar!
Não é necessário sequer divorciarem-se. Basta declararem que, em 31 de Dezembro, estavam na situação de "separados de facto"!
 
Neste estudo, calculou-se o IRS que casais com 1 a 3 filhos, rendimentos totais entre 18.000 e 48.000 EUR, e na situação de 1 e 2 titulares, pagariam no estado de casados e na situação de separados, usando o simulador do Ministério das Finanças, conforme explicado em detalhe em http://www.forumdafamilia.com/peticao/simulacao.asp.
 
No caso de separação, cada um fará a sua declaração em separado, obtendo o resultado total mostrado.
 
Os cálculos detalhados são mostrados na folha "Cálculos" e mostrados sob a forma gráfica na folha "Gráficos".
 
Neste estudo, considerou-se apenas os benefícios resultantes da pensão de alimentos, não se entrando em linha de conta com outras deduções, que aumentarão ainda mais o lucro resultante da separação.
 
Como se poderá ver, separando-se:
  • Muitos casais deixarão de pagar IRS, recuperando a totalidade dos valores descontados ao longo do ano;
  • O seu rendimento poderá aumentar em mais de 10%, num valor médio superior a 2.000 EUR, e que pode ultrapassar os 5.000 EUR.
É esta a proposta bem tentadora que o Estado, há anos, faz a todos os pais casados!
 
Não é este o caminho que recomendamos, razão pela qual lançámos a petição http://www.forumdafamilia.com/peticao.
 
Aguardamos, serenamente, o final do debate do OE 2008 para sabermos se o Estado vai, ou não, continuar a seduzir os pais casados a declararem-se como separados ou a divorciarem-se ou, pelo contrário, aceitar a nossa proposta de acabar com esta discriminação, sem qualquer impacto nas finanças públicas, fazendo com que todos os pais, independentemente do estado ou situação civil, possam deduzir metade do valor que, actualmente, é apenas reservado aos que não estão casados ou viúvos.
 
30 de Outubro de 2007
 
Pelo Fórum da família
 
Fernando Castro

APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas       

publicado por Jneo às 22:45
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