Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

J U V E N T U D E

Vale a pena ler, com muita atenção o seguinte post remetido pelo Big Friend Óscar L.

Cá vai...

 

Parece que uma das linhas de acção dos governos portugueses é, sempre, a da protecção à juventude.

Parece-me um exagero e um abuso. Esta ideia de proteger a juventude é despropositada – não há nada mais protegido, nas sociedades actuais, do que a juventude. No caso português, então, a avalanche de jovens que enche os jornais, as televisões (onde qualquer pivot de notícias com mais de 45 anos parece um absurdo nacional, como se fosse um escândalo aparecer na pantalha um cavalheiro com ar sério e conhecimento do mundo), as ruas, os estádios, os casos de polícia, as claques dos partidos, desmente qualquer necessidade de protecção.

Pelos contrários, os velhos merecem protecção. Uma sociedade é tanto mais civilizada quanto mais protegidos estão os seus velhos – das intempéries, das doenças, do abandono dos filhos, da falta de transporte, da falta de alegria. Numa das minhas primeiras viagens na Suécia fiquei espantado quando o revisor de um comboio pediu (com o ar de ser uma ordem) a um rapaz que cedesse o lugar a uma senhora de idade. E o aspecto dos velhos comoveu-me. Nunca gostei muito de dizer “terceira idade” depois dessa viagem – lembrei-me dos velhos do meu país, escondidos nos fundos, esquecidos nos hospitais. Anos depois, quando o Instituto da Juventude pôs no ar uma série de anúncios de televisão, idiotas e estapafúrdios, sobre jovens “que não fumam”, a irritação subiu de tom; num deles, uma “jovem” frequenta lojas de roupa, esplanadas, anda de metro, somos informados de que “gosta de moda” (que é isso?) – e não fuma. Não; esta ideia da “protecção à juventude” parece-me coisa para mentecaptos. A juventude precisa de gramática, de boas maneiras, de exercício físico, de leitura, de levantar cedo e de liberdade. E precisa de uma escola que a não trate como indigente ou diminuída intelectualmente.

Os velhos, sim, precisam de apoio. Eles não são um mercado potencial, como os “jovens; por isso mesmo os “jovens” não precisam de ministérios, protecção estatal e choraminguice. Mas os velhos, sim, precisam de ser bem tratados. Precisam de ser ouvidos e de serem lembrados, de uma vida feliz e, também, de uma morte feliz. Subjacente, existe outra ideia: a de que os velhos não têm nada para ser valorizado a não ser participar no “Praça da Alegria” e aparecer esporadicamente nos telejornais como vítimas de maus-tratos em lugares miseráveis. Este contentamento do país que festeja com alarvidade os seus jovens escritores, jovens pintores, jovens “jotas”, jovens estrelas de televisão, jovens vândalos, jovens idiotas e jovens analfabetos só nos devia envergonhar enquanto os velhos não forem, sequer, mencionados. 20.07.04

Francisco José Viegas

 

publicado por Jneo às 20:08
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Sábado, 14 de Julho de 2007

Dois links bestiais!...

O Friend Óscar enviou-me dois links simplesmente fantásticos...

 

 

 

Primeiro link: Clicar AQUI 



Segundo link:
Antes de mais, importa informar que:

Quando a janela abrir não cliques para a aumentar, deixa-a do tamanho que está!

Clica neste link para começar .... tá um espectaculo !!!  AQUI

publicado por Jneo às 12:43
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007

Bestial...

Este fantástico post, remetido pelo Friend HPimenta até dá que pensar...

 

 

Nasceste antes de 1986???
Esta merece!!!!! Deliciem-se...

Nascidos antes de 1986

De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípio de 80 não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta á base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.

Não tínhamos frascos de medicamento com tampas "à prova de crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.

Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags - viajar á frente era um bónus.

Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos
porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões.
Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saímos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.

Não tínhamos Play Station, X Box.
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua.
Jogávamos ao elástico e á barra e a bola até doía!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.

Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.

Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.

Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.

Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem, eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.

Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.

Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles?

Parabéns!

Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem".

Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós.

Isto meus amigos é surpreendentemente medonho... e talvez ponha um sorriso nos vossos lábios:
A maioria dos estudantes que estão nas universidades hoje nasceram em 1986...chamam-se jovens.

Nunca ouviram "we are the world" e "uptown girl" conhecem de westlife e não Billy Joel.
Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname.

A SIDA sempre existiu.

Os CD sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.

Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia deus da dança.
Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.

Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:


1. Entendes o que está escrito acima e sorris
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada
3. Os teus amigos estão casados ou a casar
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez)
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos
8. Vais encaminhar este e mail para outros amigos porque achas que vão gostar.

SIM ESTÁS A FICAR VELHO
heheheh , mas tivemos uma infancia do caraças... ja valeu!!!


sinto-me:
publicado por Jneo às 21:36
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Quarta-feira, 4 de Julho de 2007

ADN

Esta foi enviada pelo Friend JFerreira ... fantástico!!!...

 

 

Depois de um dia de conferências, muitos colegas doutores
encontram-se no Bar do hotel. E a
í contam as suas últimas conquistas científicas.

 

O australiano começa:

- Tivémos um fulano que foi atropelado e a única coisa intacta que tínhamos era o seu dedo mindinho.
Pois, a nossa equipa conseguiu, pelo ADN, refazer a mão, um novo braço, um novo corpo!
O paciente ficou tão capacitado que ao ter alta, tirou o emprego de cinco pessoas!

 

- Isso não é nada! - Diz o americano.

- Nós tivemos o caso de um operário que caiu no reactor atómico de uma central nuclear!
A única coisa que sobrou dele foi um cabelo.
Pois pelo ADN dele conseguimos reconstituir completamente todo o seu corpo.
Depois de ter alta, esse paciente mostrou-se tão eficiente que cinquenta pessoas perderam o emprego!

 

O português pede a palavra:

- O caso que vou contar é muito mais interessante:

 Um dia em que eu estava a andar pelo hospital senti o cheiro de um peido...
Imediatamente, capturei-o num saco que levei até ao laboratório.
Chamei a minha equipe e começámos a trabalhar. Primeiro, a partir do peido, fizemos um ânus, em seguida reconstituímos o intestino, e depois, pouco a pouco, todo o corpo e por fim o cérebro.

O projecto desta criatura foi chamado  José Sócrates e está a ter um desempenho tão fantástico que milhares de pessoas vão perder o emprego!!!

sinto-me:
publicado por Jneo às 22:35
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