Terça-feira, 30 de Outubro de 2007

AH, PUIS DEI !

Post remetido pelo Friend António Brito...

Sem comentários... ler até ao fim.

Uma história de fazer chorar as pedras da calçada...


O peso insustentável de se ser Filipe Vasconcelos Jardim Gonçalves

Era uma vez uma sociedade de «off-shore» sediada em Gibraltar . : Crystal
Waters era o seu nome e Filipe Jardim Gonçalves o seu sócio principal.
A Crystal Waters detinha a Passo a Passo, que por sua vez também controlava
a Vasconcelos & Vasconcelos (SPRINT).

Filipe Jardim Gonçalves é filho de Jorge Jardim Gonçalves , irmão de
Rodrigo Jardim Gonçalves e primo de Francisco Miguel Vasconcelos Pereira.

Para expandir e desenvolver os negócios, Filipe Jardim Gonçalves contraiu
diversos empréstimos junto de uma instituição bancária que lhe era
familiar: o BCP.

Filipe tinha um homem em quem confiava: Tiago André Tico Coelho, gestor de
várias empresas e sociedades em que Filipe participava. De algumas
empresas, Tiago chegou mesmo a ser sócio.

Um dia, quando tudo começou a correr mal e as dívidas acumuladas eram já
mais que muitas, a conta corrente de Tiago, entretanto caucionada, foi alvo
de procedimento jurídico por parte da instituição BCP.

A família está para o que der e vier, já sabemos. Contudo...

Eis que Filipe, preocupado, procura um escritório de gente da sua
confiança: o AM&JG. Para seu advogado escolhe José António Alves Mendes,
membro supranumerário do Opus Dei. Ora, o seu sócio é Rodrigo. Rodrigo quê?
Rodrigo Jardim Gonçalves, seu irmão. Sim, é isso que está a pensar, leitor:
a sociedade de advogados do seu irmão irá defendê-lo numa questão
relacionada com o banco do seu pai.

Alípio Dias e Filipe Pinhal,   à data dos acontecimentos (finais de 2004),
membro do conselho de Administração e vice-presidente do BCP,
respectivamente, sentaram-se à mesa de negociações com Alves Mendes.

Verificando que se tratava de gente que não tinha onde cair morta o
Departamento Jurídico, na pessoa do seu Director, Carlos Picoito (membro
supranumerário do Opus Dei), propôs que as dividas contraídas por aquelas
sociedades fossem declaradas créditos incobráveis.

A decisão tomada pela Direcção do BCP foi favorável à proposta de Carlos
Picoito. Pouco tempo depois, Jorge Jardim Gonçalves deixou o cargo que
ocupava no Banco.

O que declarou Jorge Jardim Gonçalves sobre o assunto?
"Não sei de nada, as questões com clientes não passaram por mim."

sinto-me:
publicado por Jneo às 22:54
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