Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007

Uma ferramenta chamada Religião...

Orgulho-me de apresentar o primeiro post do José Marques.

Orgulho-me de mostrar ao mundo um texto de pesquisa, muito bem escrito por um jovem que, tenho a certeza, não vai ficar por aqui . É preciso apostar nos jovens. É preciso acreditar que são eles a chave da mudança.

Este é para ler até ao fim!...


E agora o post.

Façam favor de ser felizes.

jNeo

Uma ferramenta chamada Religião

Introdução

 

 

Desde que o homem criou a civilização existe a religião, talvez porque haja a necessidade de existir uma crença em qualquer coisa, que pode impulsionar uma visão próspera para com essa civilização ou mesmo porque se calhar é preciso manter alguma ordem numa determinada civilização,    

         Mas o que se sabe é que ela existe e tem o poder de mover massas de credores em todo o globo desde do Cristianismo ao Jainismo a religião tem cerca de 5, 2 biliões de seguidores.

Embora cada religião existente tenha os seus elementos próprios, também é correcto dizer que as religiões tenham um variado número de elementos comuns entre elas e que podem permitir um melhor compreensão da anatomia da religião, ou seja, como elas foram criadas, como se organizam e que regras têm em comum.

 

  

O comum das religiões – a base de uma religião

 

Na minha opinião a religião é como um refúgio à realidade e inicialmente criada para explicar os inexplicáveis fenómenos da natureza e como meio de arranjar uma resposta às perguntas que não possuem uma, ou que não podem ser comprovadas ou testadas caso de “Como Foi criado o mundo?”, “Porque existem os Homens?” ou mesmo “Os deuses podem castigar os humanos?” (em que a resposta sempre encontrada vinda de um crente é: Claro que sim).

Como tal, pegando numa religião o cristianismo (por exemplo) podemos observar esses tais fenómenos como a vida depois da morte que não pode ser comprovada, mas o cristianismo explica que depois da morte seremos julgados no purgatório onde Deus decide se vamos para o inferno ou para o céu, pegando noutra religião, a religião da Antiga Grécia onde no mesmo caso os mortais iam para um sítio chamado sub-mundo onde ai ficariam à guarda de Hades, senhor dos mortos, no mesmo caso ainda no Budismo onde quando se morre volta-se à vida por 7 vezes no máximo ou até atingir o nirvana, chamado o estado da perfeição onde o único até hoje a conseguir atingir o nirvana na sua primeira vida foi Buda, noutro caso, temos a criação do homem que posso-vos dar como exemplo os Babilónios que acreditavam que um dos seus deuses Enki inventou o homem e a mulher a partir de argila e sangue e colocando esta pasta em sete moldes para os homens e outros sete para as mulheres. Mas, com o passar do tempo e com a inevitável evolução da ciência pode-se comprovar que várias teorias religiosas eram falsas e não passavam de uma história bem contada, teorias essas como a do inicio do mundo, início da espécie, da posição do mundo no universo, o que está para além do universo, etc. Todas estas histórias foram perdendo credibilidade ao longo do tempo apesar dos esforços por parte do cristianismo de o tentar impedir, na época da inquisição onde foram mortas milhares de pessoas por serem acusadas de praticarem bruxedo onde até o génio Galileu Galilei foi perseguido pela mesma porque tinha provado que era o sol que se encontrava no "Centro Planetário" e não a terra como o cristianismo afirmava.

A inquisição é uma das provas que a religião é um meio de controlar massas de gente, podendo também dizer que a inquisição poderá ter feito mais vitimas que o nazismo, apenas não se pode provar tal coisa porque na altura não contaram o número de vitimas, mas o que é verdade é que Hitler foi condenado para toda a eternidade e será sempre lembrado como um tirano, já no caso do cristianismo até hoje a única pessoa que mostrou arrependimento foi o Papa João Paulo II que pediu desculpas pelos actos da igreja naquela altura, mas nunca foram vistos como criminosos.

A religião diz sempre que pratica o bem independentemente da religião que se trate, mas o bem e o mal são dois tipos de perspectivas que podem ser interpretadas de maneira diferente, ora como tal podemos assumir que a religião implementa aos seus crentes que tudo feito em nome da religião é bom e tudo o que é feito, que contradiz o que a religião dita está errada. A isto eu chamo lavagem cerebral pois isto é o ponto de partida para coisas piores como o fanatismo e o sacrifício que causa a morte de centenas de pessoas todos os anos denominadas de infiéis ou impuros. O sacrifício nas religiões pode ser mortal, ou seja sacrificando a morte de alguém crente ou impuro ou um animal especialmente de gado e caça, ou mesmo a doação de bens e\ou mantimentos ou com uma promessa de maior dedicação à religião com o objectivo de agradar aos deuses e para agradecer-lhes pela boa vida que têm. Mas que desperdício de tempo, riquezas, comida, pessoas e animais onde na maior parte das vezes vai para os chulos que se auto denominam de membros da religião, agora digam-me se tenho ou não razão.

 

 O comum das religiões II – a religião e os números

Como já se deve ter notado, através dos meus exemplos anteriores a religião é muito dada a números pois números por vezes são essenciais numa boa história como a “Branca de neve e os 7 anões” ou “Os 3 mosqueiros” enfim, e também se pode encontrar números na religião principalmente o “3”, o “7”, o “6”, o “10”, o “13”, “40” ou por vezes números grandes,  como os 10 mandamentos, ou os 7 pecados mortais, ou os 13 na última ceia de Jesus antes de ele ser crucificado, ou as 40 virgens que prometem aos fieis do Islamismo por morrerem a praticar actos comandados por deus, o número da besta 666, a trindade(3) divina, entre outros.

É um grande exclusivo da religião, os números pois nenhuma foge à regra e não estou a contar com datas nem com a unidade em si (o um ou uma) é uma questão de verificarem que não estou enganado.

 

 

 O estado mais crítico da religião – O Islamismo

Como já referi anteriormente cerca de 5,2 biliões das pessoas no mundo são religiosas e com base numa estatística posso saber com mais ou menos precisão como esses 5,2 biliões estão repartidos.

     Cristianismo: 2,1 bilhões

     Islamismo: 1,3 bilhões

     Hinduísmo: 900 milhões

     Religião tradicional chinesa: 394 milhões

     Budismo: 376 milhões

     Religiões tradicionais africanas: 100 milhões

     Sikhismo: 23 milhões

     Espiritismo: 15 milhões

     Judaísmo: 18 milhões

     Fé Baha'i: 7 milhões

     Jainismo: 4,2 milhões

     Outras religiões: 108 milhões

Sendo os restantes Ateus, agnósticos ou Sem religião.

E agora vamo-nos focar numa das maiores religiões o Islamismo que é a principal causa das guerras e atentados de hoje em dia mais no médio oriente mas que também afecta o resto do mundo.

 

O Islamismo é uma religião baseada no fanatismo pois as suas leis, para os islamistas, são mais importantes e sobrepõem-se até às leis cívicas e do estado. Ora isso é um grande sinal de loucura continua, pois se o cristãos também levassem o que está escrito na bíblia à letra teríamos metade da população mundial que tínhamos hoje.  Ora vejam esta prova que o islamismo é a religião mais sádica e violenta.

Estes são os grupos ou movimentos fundamentalistas islâmicos existentes:

 

Movimentos fundamentalistas islâmicos

Região onde originam

Al-Qaeda(liderado por Osama bin Laden)

Internacional

Talibâ

Afeganistão

GIA

Argélia

Gama’at Islmiya

Egipto

Hizballah

Líbano

Jamaay-e-Islami

Sul da Ásia (India, Paquistão, Bangladesh...)

Jemaah Islamiyah

Sudeste Asiático

Hamas

Margem Ocidental do Rio Jordão e Faixa de Gaza

Wahhabismo

Arábia Saudita

 

Agora questione-se, quantos destes nomes ou regiões ouve falar nas notícias sobre guerra, ataques terroristas, revolta ou conflitos, quantos dos países que estão em cima referidos pertencem ao 3º mundo e há algum que valorize as mulheres para além de meros objectos?

Assim verá melhor o meu ponto de vista e vê que a religião não trás evolução apenas estagnação e inércia em termos do desenvolvimento de um país e das leis do mesmo.

 

 

 

 

Conclusão

Podemos assim ver o ponto de vista de muitas pessoas, incluindo ma a mim, podem pensar que eu também sou influenciado a não ser religioso e que me educaram com este ponto de vista, mas não é verdade pois a maioria da minha família é religiosa e bastou-me abrir os olhos e ser critico para perceber que a religião não passava de uma grande farsa, podem discordar mas pelo menos reflictam, e perguntem a vocês mesmos quantas guerras houve, desde o nascimento da religião até hoje, que não envolvessem a religião ou ideais religiosos, pois vão ver que a resposta a esta pergunta é: Nenhuma.

  

 

Fontes: wikipedia em http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o

             Adherents.com (estatística)

             “Mythologies” - Editora Fleurus, Paris

 

 

publicado por Jneo às 23:00
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